Sopeiras têm o que merecem. E sopeiras arrogantes com a mania que são "diferentes" comem primeiro.

Friday, 25 May 2018 · Posted in ,

Primeiro uma nota positiva: 5 anos depois, é refrescante ver um candidato à presidência do Sporting que além de transpirar normalidade, e bom-senso, não precisa dele (do Sporting) para coisa nenhuma. Esperemos que desta vez este presumível candidato não se veja punido por falta de extravagância. Tratar-se-á, Frederico Varandas, de um bom candidato? Seguramente. Tratar-se-á, Frederico Varandas, de uma boa hipótese para governar o Sporting? Só quem o conhece poderá responder, num ou noutro sentido. Quem não o conhece o mais que poderá é (tentar) adivinhar.
Mas voltando um pouco atrás: Os 5 anos de Bruno de Carvalho no Sporting não foram tempo perdido. Antes, período de terra queimada, quando há 7, 6 ou 5 anos, como hoje, como as notícias que vão saindo diariamente no-lo demonstram, a deliberada destruição de tudo o que seja proveitoso ao Sporting prosseguirá. Prosseguirá, porventura, para lá do dia em que o cancro (Bruno de Carvalho) sair do clube. Ainda assim, por uma questão de higiene mental, é com algum prazer e nenhum pesar que vejo a angústia que vai reinando. Não só a generalidade dos adeptos e sócios do Sporting não merece simpatia, nem pena, mas merece exactamente aquilo que tem. Os sportinguistas escolheram o que têm: «O Sporting é outra vez nosso e agora mandamos nós», palavras da sereia em momentos posteriores à declaração de Eduardo Barroso, palavras de quem irá factualmente (singular) mandar, onde o plural permanece música de qualidade duvidosa para os ouvidos de quem gosta de música sem qualidade. Música divisionista, «nós e eles», o Sporting elegeu um pequenino ditador, ninguém tenha grandes dúvidas sobre isso. Quem gosta muito de ditadores ou de meros tiques ditatoriais? As sopeiras.

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