Inaugurado em Março de 2011, encerrado em Maio de 2014, reaberto sob o mesmo nome mas diferente endereço em Agosto de 2016, é este um pequeno e doméstico espaço onde se olha o passado, o presente e o futuro da maior potência desportiva Nacional.
Ademais, este é um blogue pessoal no qual se vêem analisados outros temas bem como um depósito para comentários que vou deixando um pouco por toda a parte.
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À imagem do que fizera em França num Europeu no qual Portugal foi uma equipa perfeitamente sofrível e detestável, e à semelhança das reacções que essa vitória despoletou, na sequência de mais um torneio marcado pela banalidade, não deixam de surpreender as recorrentes tentativas de mascarar mediocridade com substantivos como pragmatismo e eficácia. Podendo estar enganado, o futebol não merece tanta importância que se torne complicado reconhecer uma equipa ou neste caso uma selecção que mais não vai exibindo do que um redondo nada.

A desculpar a banalidade da participação Lusa nesta prova, e em paralelo à ideia transmitida em 2016 de que a vitória Portuguesa no campeonato da Europa, por algum motivo, adquirira proporções de um feito extraordinário, relativamente ao poderio de outras selecções, vemos frequentemente apontado o facto das nossas prestações se verem alicerçadas num socorro a poucos recursos.

Em França 2016, tal como para a Rússia 2017, em face da equipa portuguesa reunir, em simultâneo, aquele que é considerado um dos melhores guarda-redes da Europa (Rui Patrício), um (mais do que uma vez) campeão Europeu pelo Real Madrid no centro da sua defesa, um jogador muito especial como Raphaël Guerreiro a alinhar naturalmente numa das melhores equipas da Europa, médios―em tempos, ou agora―a alinhar ou cobiçados pelas melhores equipas da Europa como William Carvalho, André Gomes, João Moutinho, R. Sanches, Bernardo Silva, Adrien Silva ou Pizzi, somados a jogadores de qualidade acima de qualquer suspeita como Gelson Martins, André Silva, Nani ou Ricardo Quaresma ... os mesmos que diariamente sustentam a existência de tanta qualidade conseguem invariavelmente interpretar a selecção Portuguesa como uma 'outsider' nos torneios em que participa.

Logicamente, a toda esta qualidade deverá ainda somar aquele que é, no espírito de tanta gente, o melhor jogador do planeta.

Encontra algum problema nesta narrativa?

Entre jogadores de campo, dos mais utilizados nesta Taça das Confederações, o que tem Portugal de tão especial nalguma coisa que vá além de R. Guerreiro, W. Carvalho, Bernardo Silva ou Nélson Semedo? Pouco.

Posted on

Sunday, 2 July 2017

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