“A substância fundamental do progresso desportivo do Sporting é um fogo clubista que incessantemente se acende. É o suporte de vida do espírito leonino; é uma matéria viva ...”


No que ao Sporting respeita: Inaugurado em Março de 2011, encerrado em Maio de 2014, reaberto sob o mesmo nome mas diferente endereço em Agosto de 2016, é este um pequeno e doméstico espaço onde se olha o passado, o presente e o futuro da maior potência desportiva Nacional.
Ademais: Este é um blogue pessoal no qual se vêem analisados outros temas, bem como um depósito para comentários sobre diversos tópicos que vou deixando um pouco por toda a parte.
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02h:07m:11s, e recorde mundial da maratona para o melhor atleta Português de todos os tempos, passado e futuro. Estávamos em 1985, a 20 de Abril, em Roterdão, e um homem ímpar exemplificava uma vez mais o alcance das palavras que o seu treinador proferiria muitos anos depois, Professor Mário Moniz Pereira, «tão bom na pista, no cross ou na estrada. O melhor de sempre». Assim foi Carlos Lopes. Assim é Carlos Lopes.
No final da prova de Roterdão, o «L'Équipe» escreveria: Fantástico! Extraordinário! Não existem palavras suficientemente fortes para classificar a proeza de Carlos Lopes. Em menos de três anos, tornou-se no primeiro homem a aproximar-se do irreal. Quem poderia pensar, há 20 anos, que um homem pudesse correr a Maratona a vinte quilómetros por hora?

A fotografia eterniza o momento em que cortou a meta.

Há sensivelmente 34 anos, 2 anos antes do recorde mundial da maratona, o mesmo atleta vincara o recorde Europeu com o tempo de 02h:08m:39s.
Foi na mesma prova, em Roterdão, a 09 de Abril mas de 1983.

«Isto vai ser o que for, mas pelo menos hoje não estou voltado para o sacrifício. Se der para o torto, marcho»

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Friday, 7 April 2017

2 Comments
  1. Como atleta todas as palavras são poucas. Um dos maiores atletas leoninos de sempre. Para mim, um símbolo. Como o homem a pergunta que qualquer leão devia fazer é porque é depois da carreira nunca foi ninguém no Sporting enquanto o Moniz Pereira foi vivo? Claro que a resposta hoje é muito mais óbvia.

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  2. E só acrescentar que os clubes em Portugal nunca souberam preservar os verdadeiros símbolos. Nunca souberam e muitas vezes nem quiseram. Atribuir responsabilidades também é sempre da mais elementar justiça. E depois temos casos como o Manel. Que ainda precisou de ser enxovalhado pela seita primeiro. Desportivamente falando não há nada mais triste que a constatação diária que não há nada no Sporting hoje que não seja demasiado embaraçoso para qualquer adepto com cérebro.

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