Saturday, 14 January 2017

Condutas que se institucionalizaram e apoderaram da vida do clube

Se aos níveis de resultados e da prossecução de políticas desportivas, nalguns casos desastrosas, o actual Sporting não diverge dos últimos 30 anos, período no qual, em futebol, o clube soma 2 títulos de campeão Nacional e um sem-número de 2ºs e 3ºs lugares (mais 3ºs do que 2ºs), lutando por títulos a cada 5 ou 6 anos e acabando, infelizmente, à semelhança do que fez na temporada passada, por perder a maioria dos títulos que ocasionalmente disputa (nos últimos 35 anos lutámos efectivamente pelo título de campeão em não mais do que 5 ou 6 temporadas), nas dinâmicas internas de funcionamento do clube, existem áreas nas quais os actuais dirigentes do Sporting foram pioneiros e que lhes garantirão um lugar cativo na história do clube. Lamentavelmente, essas áreas não se relacionam com a não obtenção de sucesso desportivo nem com as decisões desportivas em muitos casos sofríveis que estão na sua origem.

Como era previsível, como era inevitável, qualquer sportinguista (fosse quem fosse) que no próximo acto eleitoral pretendesse assumir-se como uma alternativa a Bruno de Carvalho, teria de estar preparado para as campanhas sujas formalizadas, pouco criativas (acusar sportinguistas de associação ao Benfica é talvez original mas seguramente pouco imaginativo), concebidas e patrocinadas pelo próprio Bruno de Carvalho e pelos invertebrados que no seu grupo mais restrito, ou fora dele, permanentemente de cócoras o lambem. À vontade para abordar o tema,  porque estou-me nas tintas, porque Pedro Oliveira até escreve para o blogue em questão (tenho a certeza que não se revê naquela espécie de sportinguismo), e porque o tema não é novo, no És a Nossa Fé, um dos mais recentes «posts» é demonstrativo do carácter mesquinho, destrutivo, subordinado, sectarista, foleiro, maldizente e odioso que sempre caracterizou aquele antro, mas incomensuravelmente mais relevante e importante do que isso, uma conduta que se institucionalizou e apoderou da vida do clube nos últimos 4 anos. Escreve e mostra Edmundo Gonçalves, à semelhança do seu mentor Pedro Correia, um dos muitos verbos-de-encher e prostitutos redactores naquele espaço: escuso-me a escrever o nome do lampião que esteve presente no jantar em Moscavide, em pseudo-referência ao conhecido ex dirigente do Benfica José Manuel Capristano, segundo Edmundo Gonçalves e segundo o blogue És a Nossa Fé, uma figura que terá estado num jantar onde marcaram presença muitos sportinguistas apoiantes e não-apoiantes  de Pedro Madeira Rodrigues.

Apontado na imagem, o sócio nº 2514-0 do Sporting Clube de Portugal, Mário Simões, fica à espera de um pedido de desculpas por parte destes invertebrados.

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