“A substância fundamental do progresso desportivo do Sporting é um fogo clubista que incessantemente se acende. É o suporte de vida do espírito leonino; é uma matéria viva ...”


No que ao Sporting respeita: Inaugurado em Março de 2011, encerrado em Maio de 2014, reaberto sob o mesmo nome mas diferente endereço em Agosto de 2016, é este um pequeno e doméstico espaço onde se olha o passado, o presente e o futuro da maior potência desportiva Nacional.
Ademais: Este é um blogue pessoal no qual se vêem analisados outros temas, bem como um depósito para comentários sobre diversos tópicos que vou deixando um pouco por toda a parte.
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Sinais desencorajadores quando numa semi-crise da equipa de futebol, e na iminência duma eliminatória que poderá contribuir para colorir uma época negra (só a vitória na Taça de Portugal poderá fazê-lo, pelo menos parcialmente), o Sporting parece gastar mais tempo a tentar pintar uma imagem que desresponsabilizando os seus principais decisores, procura vender à opinião pública um quadro que mina por completo a relação desses dirigentes com o seu plantel. Por arrasto, um quadro que fragiliza a relação dos adeptos do Sporting com a sua equipa de futebol.

Quando os capitães Adrien e William, por intermédio da entrevista que concederam ao canal do clube, se viram obrigados (sem ganhos para ninguém e com prejuízos para todos) a tentar minimizar os danos provocados pelo seu presidente após o jogo no passado sábado, numa forma que infelizmente expôs o Sporting e os próprios ao ridículo (nada que perturbe quem os colocou naquela posição, habituado que está a permanentemente instrumentalizar atletas e técnicos do Sporting), e uma entrevista que só acentuou o desconforto provocado pela visita do presidente do Sporting ao balneário, a mensagem que se passou para a equipa do Sporting foi só uma: nós, dirigentes do Sporting, não estamos convosco.
Estas declarações de Pedro Batista, director da Fundação Sporting e um indivíduo próximo de Bruno de Carvalho, são infelizmente mais do mesmo, carregando nos chavões parvos que atribuem os maus resultados a falta de empenho e de esforço dos jogadores e, pior do que isso, introduzindo elementos de mau gosto como ainda têm energia para sair à noite após os jogos, declarações que contribuem para a diabolização da imagem desses mesmos jogadores.
Não se tratando Jorge Jesus de um treinador famoso na esfera de relações humanas e pela gestão emocional dos jogadores nos seus plantéis, torna-se claro que os jogadores do Sporting estão irremediavelmente entregues a si próprios.

O grande prejudicado será o Sporting.

Como alienar um plantel e uma equipa em poucos actos. Exemplifica o Sporting.

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Tuesday, 17 January 2017

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