Thursday, 5 January 2017

A Eusébio os nossos reconhecimento e admiração. Uma lenda.

Se a par da fama, da extraordinária importância na equipa do Benfica, da admiração que granjeou junto de outros grandes futebolistas e do público que em 1966 o viu jogar, e se a par da cobiça que despertou junto de grandes clubes Europeus, Eusébio nunca se aproximou, por um lado, dos impressionantes números de Fernando Peyroteo ou do carisma de Matateu, e, se por outro, nunca emulou (não poderia, tempos necessariamente diferentes) a projecção internacional de Luís Figo, Eusébio permanece seguramente o mais importante futebolista português das décadas de 60 e 70 e o símbolo maior, até hoje, em 109 anos de história, do Sport Lisboa e Benfica.

Sporting Clube de Lourenço Marques, Benfica, Boston Minutemen, Indianapolis Daredevils, Monterrey, Toronto Metros-Croatia, Beira-Mar, Las Vegas Quicksilvers, União de Tomar e New Jersey Americans. Ballon d'Or numa ocasião, Bota de Ouro Europeia em duas, a última, alcançada com 31 anos de idade, um feito de todo o modo admirável.






À «Rute», expressão eficaz utilizada pelos diligentes emissários do Benfica para ocultar a identidade do jogador nas suas comunicações telefónicas e telegráficas, à «Pantera Negra», ou melhor, muito melhor, simplesmente Eusébio, os nossos reconhecimento e admiração. Uma lenda.

1 comment:

  1. Boas, não sei até que ponto seria possível transportar a pedra de Eusébio para um cemitério normal. É que se é para encher o Panteão de futeoblistas então devia-se começar pelo mais brilhante de sempre. Ou estava lá Peyroteo ou não estava nenhum...

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