Sunday, 1 January 2017

2016 e um mandato em revista (nota)

Excluída a gritaria, o fanatismo, ou a mera desinteligência dos mais acérrimos consumidores do culto que lidera o clube, pouca gente normal duvidou de que independentemente das escolhas que resultassem de 2013, seria muito difícil ao Sporting inverter um somatório de resultados que nas últimas 4 ou mais décadas, para efeitos de conquista de títulos, é claramente insuficiente. As últimas 4 temporadas, onde a actual se inclui, revelaram-nos que nessa matéria nada mudou. Em concreto, se o último ano e meio de Sporting nos mostrou alguma coisa, foi a de que (1º) orçamentos não ganham campeonatos, e que olhado só o futebol (2º), nem um treinador como Jorge Jesus foi capaz de dar a volta a um clube fustigado por dirigentes incapazes. Se a 1ª evidência não provoca surpresa (orçamentos não são, obviamente, sinónimo de títulos), à 2ª só poderei reagir com um enorme lamento. O que serve o futebol servirá, em certa medida, outras modalidades.

Logicamente, apesar de boas escolhas, nunca presumi que Leonardo Jardim ou Marco Silva pudessem colocar o Sporting no 1º lugar do futebol português.

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