Inaugurado em Março de 2011, encerrado em Maio de 2014, reaberto sob o mesmo nome mas diferente endereço em Agosto de 2016, é este um pequeno e doméstico espaço onde se olha o passado, o presente e o futuro da maior potência desportiva Nacional.
Ademais, este é um blogue pessoal no qual se vêem analisados outros temas bem como um depósito para comentários que vou deixando um pouco por toda a parte.
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Tantas vezes rotulado de modo injusto como um treinador que desaproveita talento, aí está um exercício histórico para a SAD do Sporting cujos pilares foram as transferências de João Mário e Slimani, transferências essas por sua vez quase exclusivamente relacionadas com a influência que Jorge Jesus por norma exerce na valorização dos jogadores talentosos que treina. Assim foi n'Os Belenenses. Assim foi no Braga. Assim foi no Benfica. Assim é no Sporting. Se João Mário é objectivamente um dos melhores jogadores Portugueses na actualidade, a verdade é que em condições normais o Sporting nunca teria conseguido transferi-lo pela verba acordada com o Inter. Já Slimani exemplifica de modo perfeito a transformação que Jorge Jesus frequentemente opera que vê jogadores úteis, ou (no limite) bons, parecerem extraordinariamente valiosos nas suas posições. Por tudo o que uma opinião pessoal transporta, a qualidade ou o valor desportivo de Slimani não encontra reflexo nos 30 ou 35 milhões de euros que o viram transferido para Inglaterra. (Sequer metade dessa verba.) Para este efeito Slimani diverge de João Mário, William Carvalho ou Gelson Martins - as doses de talento de um não se comparam com as dos outros.

Gélson Martins, justamente mais um exemplo que vê um jogador muito talentoso ganhar rapidamente competências numa equipa de Jesus que o vêem cobiçado pelos melhores clubes da Europa.

Mais uma vez, este texto não pretende sugerir que Jorge Jesus faz tudo bem. Se podemos apontar falhas ao treinador do Sporting essas relacionar-se-ão em exclusivo com a gestão de plantéis - sobre isso nenhuma dúvida. O problema, além de falarmos de valorização de jogadores e não de gestão de plantéis (coisas diferentes), (o problema) é passar-se a ideia de que essas falhas prejudicam os clubes que ele representa. No deve e no haver o histórico demonstra de modo inequívoco quão errada essa ideia é.

"Mudei muito por causa dele. Não tenho dúvidas que há um Silas antes e depois de Jorge Jesus. Passei a entender o futebol de outra maneira. Ia para lá e ficava ansioso para que o treino começasse. É muito exigente e não nos dá um minuto de descanso, no sentido em que não nos podemos relaxar nos treinos." -- Silas

Jorge Jesus e as mais-valias. "Mudei muito por causa dele. Não tenho dúvidas que há um Silas antes e depois de Jorge Jesus."

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Thursday, 1 December 2016

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