No que ao Sporting respeita: Inaugurado em Março de 2011, encerrado em Maio de 2014, reaberto sob o mesmo nome mas diferente endereço em Agosto de 2016, é este um pequeno e doméstico espaço onde se olha o passado, o presente e o futuro da maior potência desportiva Nacional.
O melhor do clube são as pessoas, mas não são quaisquer pessoas. Foram os nossos fundadores, atletas e treinadores. É a nossa história. O clube não és tu, não sou eu, nem «somos nós». São eles. As mensagens que publicarmos evidenciarão esse intuito, versando sobre a instituição, a sua notável história, acumulado de feitos presentes e passados, proeminentes homens que a serviram e ergueram, cumprimentando as suas memórias mas mais importante, preservando a sua autoridade, ainda que não vivam entre nós.
Ademais: Este é um blogue pessoal no qual se vêem analisados outros temas.

Em Novembro de 2013, numa altura em que reinava a tranquilidade e as expectativas eram suaves já que o Sporting não se assumia como candidato a títulos (corria por fora já que vinha da sua pior época de sempre), nas vésperas dum «derby» para a Taça de Portugal no Estádio da Luz, frente ao muito forte Benfica de Jesus (apesar de internamente contestado sagrar-se-ia campeão Nacional e jogaria a sua 2ª final Europeia consecutiva), escrevia-se que o Sporting não deveria temer esse jogo (post e comentários). A razão fundamental: Fredy Montero e a capacidade que jogadores muito especiais como ele têm de baralhar contas. Mas não era a única. O Sporting nessa altura contava no 11 com Rui Patrício, W. Carvalho, André Martins ou Adrien. Não falhavam um jogo. Tratava-se dum 11 capaz e não obstante as aparências, ou as percepções, havia uma boa dose de qualidade à disposição do Sporting e de Leonardo Jardim, tanta que jogadores como A. Carrillo, E. Dier ou Vitor não tinham lugar (para bom entendedor meia palavra chega) ...
No presente, apesar de ainda termos Patrício, Carvalho e Adrien, já não temos J. Mário, A. Martins, Carrillo, Dier nem laterais minimamente capazes como Jefferson. Também não temos um jogador muito especial como Fredy Montero. Hoje no entanto já se exige títulos, e acho muitíssimo bem que se exija, especialmente quando o orçamento para o futebol é o maior na história do clube.

O que não percebo é a surpresa caso não os atinjamos ...

Voltando atrás, para efeitos de obtenção de resultados, quais serão as diferenças entre extraordinários jogadores como Carvalho, João Mário ou Adrien, e outros como F. Montero ou Carrillo? Os últimos destacando-se pelo saber-fazer, inteligência e criatividade (Montero), ou capacidade de desequilíbrio (Carrillo), por jogarem mais perto das áreas adversárias, oferecem-nos possibilidades bem maiores de sermos felizes, apesar de se tratarem neste caso de 5 jogadores igualmente especiais. São os 5 na mesma medida importantes mas os últimos serão sempre mais importantes do que os primeiros ... Para uma equipa como o Sporting, não chega ter o melhor guarda-redes, ter o melhor 6 da Liga Portuguesa, ou ter Adrien para sermos brilhantes. Nunca chegará. No Sporting ou em qualquer outra equipa grande.

10m de jogo.
13m de jogo.

Não são remates na trave, cabeceamentos que saem ao lado ou sequer mais ou menos recorte (embora também seja isso). É muito simplesmente a capacidade de jogar. Neste caso, falta dela, e essa percebe-se facilmente em 2 ou 3 momentos e em 1 ou 2 jogos. Não é preciso mais.
E a capacidade de se encontrar jogadores especiais, ou simplesmente melhores, também não está no dinheiro ou nos orçamentos, porque a esse nível aquilo que discrimina um avançado como Bas Dost de outros como Montero, Beto Acosta, Deivid ou Liedson, é que os últimos nunca jogaram na Liga Alemã.

A transferência mais cara do Sporting e a 13ª mais cara do futebol PT

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Monday, 12 December 2016

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