Sunday, 20 November 2016

No treino Carlos Queirós era meticuloso e utilizava 'necos' para as posições que queria ver ocupadas

O grande plano, explicou Gary Neville, foi concebido pelo Professor Carlos Queirós, então adjunto de Sir Alex. No treino Queirós era meticuloso e utilizava 'necos' para as posições que queria ver ocupadas. «Carlos Queirós era obsessivo», escreveu Gary, «jamais vimos tanta atenção para com o detalhe, ensaiámos vezes e vezes sem conta percorrendo as tácticas muito muito devagar sempre com a bola nas mãos». Mas as instruções eram simples, Ronaldo como homem mais adiantado a fixar os centrais, Tevez a cair na zona de Yaya Toure sempre que tivesse a bola, «deixem os centrais tê-la, não podem fazer-nos mal». Com Park e Rooney nas alas os laterais do United terão duas unidades combativas a manietar Messi e Iniesta.

Mas a parte complexa cabia a Carrick e ao Paul Scholes, Carlos Queirós forneceu ao duo precisas instruções
, disse Neville.

Alex Ferguson no fim da eliminatória - vitória por 1-0 em Manchester, 0-0 na Catalunha - enalteceu Scholes. Já F. Rijkaard foi crítico do estilo de jogo inglês. Foi em 2008 na meia-final, 50 anos volvidos sobre o desastre de Munich quando o Manchester United venceria de igual modo, em Moscovo, a final e a prova.
São muitas as ocasiões nas quais Carlos Queirós se vê chamado ao blogue. Algumas contemplam Jesualdo, João V. Pinto, Bernabéu e M. Laudrup, Ricardo Sá Pinto, 2 épocas de Sporting, uma entrevista onde é mencionado e outras coisinhas mais relacionadas com o saudoso Pedro Barbosa. Sempre para enaltecer, Professor Carlos Queirós.

As pessoas mudam, o mundo muda, tudo muda, mas a admiração mantém-se.

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