Tuesday, 18 October 2016

A Liga Europa como destino mas jogamos muito. Grande jogador aquele Jesus.

A derrota desta noite significará para o Sporting, em condições normais, o 3º lugar no grupo e a entrada nos play-off da Liga Europa, cenário que já se adivinhava como o mais provável desde que se conheceram os adversários do sorteio. O Sporting demonstrou todavia esta noite, mais uma vez, a excelente equipa que tem e uma pela qual Jorge Jesus é grande (e único) obreiro. Uma excelente equipa com notórias fragilidades ao nível de individualidades. Gostando-se pouco ou muito da sua pessoa, quem não perceber a determinante e estrondosa (mas previsível) influência de JJ nesta equipa, à semelhança do que mostrou para todas as outras que treinou antes de chegar ao Sporting,  é parvo ou cego. Ou ambas. Naturalmente, quando somos colectivamente competentes e essa competência nos permite ambicionar bons resultados frente a qualquer adversário, o palco puxa por nós e quanto maior a motivação melhor o desempenho. Nessa medida o Sporting dificilmente jogará para o campeonato tão bem quanto hoje frente ao Dortmund. É normal. Vimos em Alvalade duas equipas treinadas por dois dos cinco melhores treinadores do mundo da actualidade.

Infelizmente só uma seguirá em frente.

Olhado o orçamento do Sporting para o futebol, deverão os seus principais dirigentes corar de vergonha por manifestamente limitarem as reais possibilidades que este treinador nos oferece. Entre outras causas das quais sobressaem, dentro de portas, os complexos e uma política de comunicação vergonhosa que mais não fazem do que motivar o seu principal adversário (Benfica), as opções que o Sporting exerceu / exerce na gestão dos seus plantéis são o principal obstáculo ao seu próprio sucesso.

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