No que ao Sporting respeita: Inaugurado em Março de 2011, encerrado em Maio de 2014, reaberto sob o mesmo nome mas diferente endereço em Agosto de 2016, é este um pequeno e doméstico espaço onde se olha o passado, o presente e o futuro da maior potência desportiva Nacional.
Ademais: Este é um blogue pessoal no qual se vêem analisados outros temas.

Quando pensamos nos países historicamente propícios à deflagração de talento, em qualidade e quantidades acima dos demais, lembramo-nos imediatamente de Brasil e Argentina, nações cuja densidade, características sócio-económicas que veem muita da sua juventude nascer e crescer integrada em meios pobres (susceptíveis ao desenvolvimento de qualidades como a criatividade) e nações onde o futebol adquire uma importância histórica quase desmedida em particular, para a referida juventude, uma das formas mais imediatas de escapar ao contexto de pobreza, fá-las reunir ingredientes naturais, espontâneos a contribuir para que os mais talentosos futebolistas do mundo sejam sucessivamente Argentinos ou Brasileiros. Não sempre mas quase sempre. Ora se nos últimos 30 anos a proliferação de jogadores oriundos do Brasil na Europa, aliada a políticas de recrutamento (mercado) deficientes contribuiu para uma certa banalização e desgaste da imagem do jogador Brasileiro, a aura do futebolista Argentino permanece, pelo contrário, envolta em misticismo, deslumbre, bastante encanto e algum mistério. O Brasil é-nos familiar. A Argentina não é. Os futebolistas Brasileiros são por norma vistosos. Os Argentinos são por norma perigosos e letais. Pelé nas suas aparições transmite sorrisos e simpatia. Maradona transmite fascínio e estranheza. Aos meus olhos, esta combinação de factores torna o jogador Argentino mais poderoso relativamente ao Brasileiro. Uma estranha luz no céu, Argentina.

Conhecer ou viajar pelos mapas desta proeminente potência Latino-Americana será, obrigatoriamente, mergulhar na magia dos melhores futebolistas que a partir dela agraciaram os relvados da velha Europa. Percorrendo tais memórias, circum-navegando tamanho fascínio, centro e alvo da nossa procura, 3 tríades.

Itália, Espanha e Portugal.
S.S.C. Napoli, FC Barcelona e Sporting Clube de Portugal.
Diego Armando Maradona, Leonel Messi e Hector Yazalde.

... reconhecida e indiscutivelmente os mais bem-sucedidos na história do futebol Argentino a actuar na Europa. Temos neste blogue inúmeras mensagens publicadas que atribuem ao astro Argentino (uma estranha luz no céu ...) do Sporting um relevo nada mais do que normal. Fosse através do Álbum de memórias do Estádio José Alvalade, A Independência do Sporting, O Sporting do outro lado do Espelho ou a Liberdade descrita a partir de Peniche que viu um menino Argentino de uma cidade portuária de Buenos Aires, em 1974, liderar uma Revolução que libertou o povo Português das garras do fascismo, ou daquela que é, garantidamente, a melhor fotografia do mundo, nunca será demasiada a importância que o Chirola encerra, em abstracto, para o mundo, em geral, para a Europa, em particular para os Portugueses e em concreto, para nós. Versamos, afinal de contas, do ídolo que juntamente com Leonel Messi, perfazem os até hoje únicos Botas-de-Ouro Argentinos na Europa.

Junto con Lionel Messi son los dos únicos futbolistas argentinos en ganar el Botín de Oro de Europa. Un día como hoy, pero de 1974 conquistaba el trofeo destinado al máximo goleador de las ligas europeas, por Gustavo Tenaglia.

Servindo o parágrafo como introdução para um blogue cuja visita foi-nos há dias recomendada e facultada por um amigo.

Vale a pena acompanhar: cuatroadelante

Un día como hoy, pero de 1974. Uma estranha luz no céu.

Posted on

Tuesday, 23 July 2013

5 Comments
  1. 3 melhores do futebol argentino e o Júlio de Matos ali ao lado. Não procure tratamento porque claramente não precisa ...

    Saudações Benfiquistas.

    ReplyDelete
  2. E eu a pensar que o Di Stefano (entre outros) também contava para alguma coisa... mas pelos vistos não!

    ReplyDelete
  3. Alfredo di Stéfano foi muito importante, tal como Mario Kempes, Passarella, Riquelme, Valdano, Goycochea, Beto Acosta, Ardiles ou tantos outros.

    Mas nenhum foi Bota-de-Ouro. Somente Hector Yazalde e Leonel Messi.

    ReplyDelete
  4. Então pela lógica, não sei o que faz aí o Maradona, visto que nunca foi bota de ouro!

    ReplyDelete
  5. Sempre tive um fascínio mt grande pelos futebolistas argentinos... Passei isso para o meu miúdo que para além de adorar o Messi, pede-me para fazer férias na Argentina LOL

    grande abraço

    ReplyDelete

Search This Blog