Palmarés

Internacional, equipas

Goalball (D. Adaptado)

1 Taça dos Clubes Campeões Europeus
Hóquei em Patins
:
1 Taça dos Clubes Campeões Europeus
3 Taças dos Vencedores das Taças
2 Taças CERS
Futebol:
1 Taça dos Vencedores das Taças
Atletismo:
Pista feminino
1 Taça dos Clubes Campeões Europeus
Cross masculino
14 Taças dos Clubes Campeões Europeus
Pista masculino
1 Taça dos Clubes Campeões Europeus
Andebol:
2 Taças EHF Challenge

Nacional, equipas

Futebol:
22 Campeonatos Nacionais
16 Taças de Portugal
8 Supertaças Cândido de Oliveira
Andebol
:
18 Campeonatos Nacionais
15 Taças de Portugal
3 Supertaças
Hóquei em Patins:
7 Campeonatos Nacionais
4 Taças de Portugal
2 Supertaças António Livramento
Atletismo:
Pista feminino
46 Campeonatos Nacionais
Pista Coberta feminino
22 Campeonatos Nacionais
Cross feminino

5 Campeonatos Nacionais
Pista masculino

48 Campeonatos Nacionais
Pista Coberta masculino
17 Campeonatos Nacionais
Cross masculino
46 Campeonatos Nacionais
Futsal:
13 Campeonatos Nacionais
5 Taças de Portugal
6 Supertaças
2 Taças da Liga
Natação
:
6 Campeonatos Nacionais feminina
6 Campeonatos Nacionais masculina
2 Taças de Portugal masculina
Basquetebol:
8 Campeonatos Nacionais
5 Taças de Portugal
Voleibol:
2 Taças de Portugal feminino
1 Supertaça feminino
5 Campeonatos Nacionais masculino
3 Taças de Portugal masculino
3 Supertaças masculino

 

 
Inaugurado em Março de 2011, encerrado em Maio de 2014, reaberto sob o mesmo nome mas diferente endereço em Agosto de 2016, é este um pequeno e doméstico espaço onde se olha o passado, o presente e o futuro da maior potência desportiva Nacional.

O melhor do clube são as pessoas, mas não são quaisquer pessoas. Foram os nossos fundadores, atletas e treinadores. É a nossa história. O clube não és tu, não sou eu, nem «somos nós». São eles. As mensagens que publicarmos evidenciarão esse intuito, versando sobre a instituição, a sua notável história, acumulado de feitos presentes e passados, proeminentes homens que a serviram e ergueram, cumprimentando as suas memórias mas mais importante, preservando a sua autoridade, ainda que não vivam entre nós.

B. Robson - Farewell but not Goodbye - My autobiography

Tuesday, 31 July 2012





Dizia-nos um comentador, há muitos livros sobre o Sporting e têm de falar neles (qualquer coisa assim), nem de propósito... tenho este post preparado, para este dia, desde a última feira do livro.

A foto foi obtida entre o pavilhão Carlos Lopes (grande Carlos Lopes) e a feira referida que se efectua no Parque Eduardo VII, em Lisboa. Este não é um livro sobre o Sporting, é o livro dum Sportinguista [no sentido que eu e o Manel utilizamos a palavra neste blog... no sentido que é sentido (e faz sentido)]. A edição inglesa, cujo título é reproduzido no título do post é de 2005 (Bobby Robson e Paul Hayward, Hodder and Stoughton), a minha é a primeira edição portuguesa de Fevereiro de 2006 e todas as citações serão a partir da edição portuguesa.

Quando, com apenas 15 anos e meio e o vício de jogar futebol, tive de abandonar a escola para ganhar a vida debaixo da terra (...) o único raio de luz que iluminava o meu caminho vinha da lanterna presa ao meu capacete metálico. Eu era um rapaz inexperiente que seguia o meu pai pelos corredores subterrâneos da mina de carvão de Langley Park. (p.13)

Como é que será que um miúdo mineiro deixa a escuridão das minas para se tornar jogador de futebol? Oiçamos Bobby: A maioria dos clubes envia um olheiro, mas o Fulham mandou o seu responsável máximo. Bill Dodgin (...) sentou-se na nossa sala e explicou porque é que eu, um jovem trabalhador das minas, com apenas 17 anos, devia viajar centenas de quilómetros em direcção ao Sul (...) Londres. (p.31)

Não serei exaustivo a contar a nova vida de Bobby, que numa primeira fase conciliou a vida profissional de electricista com a de desportista (sportinguista) jogador de futebol; todos sabemos que como jogador chegou a internacional pela Inglaterra, tal como Guardiola, foi internacional por Espanha ou Sá Pinto por Portugal... outros treinadores como Vítor Pereira, Mourinho, Peseiro ou Jesus embora tivessem sido jogadores competentes, infelizmente, não chegaram a internacionais.

Dos tempos de jogador de Bobby, vou recordar uma frase de Nat Lofthouse: Nos anos 50 havia muitos jogadores dispostos a darem-te um valente pontapé nas partes baixas (...) a diferença entre aqueles tempos e os dias de hoje, é que logo a seguir agarravam-te a mão e ajudavam-te a levantar do chão (p.67). Depois do Campeonato do Mundo de 1958, tornei-me (...) regular do onze inicial inglês. Entre Outubro de 1960 e Maio de 1961, participei numa série brilhante de seis vitórias consecutivas, na qual marcámos 40 golos. O ponto alto desse feito foi a destruição da Escócia (...) 9-3 no Estádio de Wembley (...) o meu golo foi o primeiro da Inglaterra (...) no fim do jogo tinha uma enorme bolha no dedo grande do pé direito (...) joguei ontem pela pela Inglaterra contra a Escócia, marquei o primeiro golo e agora estou a ir para casa descalço. (pp. 74-75)

Não era bem o futebol de pé descalço, era um futebol em que os internacionais ingleses saiam do estádio a pé, apanhavam um autocarro para a estação de comboios e depois iam a pé para casa... com um dedo inchado era pior, às vezes tinham de tirar o sapato e chegar a casa descalços; depois de 9-3 à Escócia. Vamos passar à fase de Robson treinador: Não foi a "Mão de Deus". Foi a mão de um patife. Deus não teve nada a ver com aquilo. O Mundo engoliu a descrição poética que Maradona fez do golo que nos deixou de fora do Campeonato do Mundo de 1986, mas eu não. (p.141)

Uma das coisas que se contam, que se dizem, um "mito urbano" é que Sousa Cintra foi o primeiro a despedir Bobby Robson, vejamos: O PSV dispensou-me depois de dois campeonatos ganhos em duas épocas (...) contraíra cancro pela pela primeira vez, e talvez isso tenha abalado um pouco os responsáveis do clube. (p.182)

Surgiu a oportunidade de ingressar no Sporting Clube de Portugal, em Julho de 1992, a seguir Robson vai descrever o tradutor com algumas noções de futebol que o foi receber ao aeroporto com o presidente Cintra: Esse intérprete apresentou-se-me como José Mourinho e começou por dizer que o seu pai tinha sido guarda-redes; mais à frente Sir Robson vai colocar o dedo na ferida: como é que eles o escolheram (...) eu não fazia a mínima ideia, mas descobri que era grande amigo de Manuel Fernandes, um antigo jogador do Sporting. (p.184)

Estamos a falar de Sir Bobby Robson ou melhor estamos a falar dum livro autobiográfico, reflexões de Robson, mas não poderia deixar de efectuar aqui uma reflexão minha, Manuel Fernandes é um grande amigo de Mourinho, abriu-lhe as portas, Mourinho será um grande amigo de Manuel Fernandes? Quantas vezes o refere? Quantas vezes disse o óbvio: Tudo o que sou devo-o ao meu amigo Manel...

Quase a terminar uma recordação que muitos tentam esquecer, acusando Sousa Cintra de maluquice (o que é verdade), porque saiu Robson do Sporting?

Devido a termos sido eliminados pelo Casino Salzburgo, ok... o que ninguém se lembra é que um jogador portador duma melena inqualificável falhou um penalty nesse jogo.

Termino com uma doce recordação, os inesquecíveis 2-0 ao Benfica, num jogo em que Balakov marca um golo do outro mundo e Stan Valckx é agredido com uma cotevelada que lhe parte um dos ossos do rosto... o holandês (que Robson trouxera do PSV) jogaria até ao fim suportando a dor e comemoraria em campo a vitória. Assim era Robson, assim é o Sporting, suportando a dor em campo... perdendo e ganhando com um sorriso nos lábios e sempre, sempre, com a consciência de dar o máximo e fazer o melhor possível.

Até sempre... campeão.

9 comentários:

MM said...

Terra-a-terra, esplêndida fotografia ...

Recordo os jogos (ambos), e foi Manuel Fernandes quem no avião de regresso a Lisboa confidenciou a Bobby Robson que o destino dos 2 (equipa técnica) estava traçado com a derrota. Não se enganou. Sobre o jogo com o SLB (Ivic?), recordo ver o jogo na RTP1 e o comentador insinuar que os 2 treinadores haviam chegado até ali fragilizados, quando ainda estávamos no início do campeonato o que diz muito sobre como agiam os clubes Portugueses naquele tempo, à excepção do FCP que era uma casa estável (o Sporting levava tudo a um extremo, aos 2 ou 3 treinadores por temporada), e aquele perdesse o derby não passaria provavelmente de Dezembro. Jogo de muito 'nevoeiro' com um golo memorável do Balakov no 1º ou 2º minuto da partida que pela televisão mal se viu, dados os fumos das bancadas que cobriam o relvado. O 2-0 apareceu na 2ª parte, de cabeça, não recordo autoria (Juskowiak?, é possível que não).

Citação muito interessante de Nat Lofthouse, outros tempos ... quando os grupos eram compostos por amigos. Hoje são todos 'amigos' mas ao mesmo tempo não são: plantéis em constante renovação, raros são os que preservam um núcleo de jogadores ligado ao mesmo clube durante 5 ou 6 anos, condição indispensável para que a amizade se apodere deles. Pedro, Robson conseguiu classificaçãões de topo com o Ipswich e venceu taças e competições Europeias com esse clube quando contratou em 4 ou 5 anos (salvo erro) 13 atletas. 13.

Desconhecia a influência de Manuel Fernandes na ida de Mourinho para o Sporting, e sim tens razão não é algo que passe para o público: nunca ouvi / li Mourinho falar sobre o lendário Sportinguista nem nunca ouvi / li o fabuloso Manuel Fernandes mencionar José Mourinho.

Especialmente interessante, o apontamento sobre Maradona. Raramente existem pretos e brancos, ou verdades absolutas. Tudo depende de propriedade: quem diz. Tem toda a razão Bobby Robson em afirmar o que afirmou, Maradona foi um patife e a 'Mão de Deus' é uma cantiga popular / eufemismo para declarada batota que influenciou os resultados finais desse campeonato do mundo. Da mesma forma que faz sentido Maradona e os intervenientes da partida do lado Argentino perceberem-no (momento) como algo envolto num véu mítico, divino, como se de uma fábula tratasse.

Fabulosa mensagem Pedro, um grande abraço para ti e obrigado.

MM said...

Só uma coisa curta: Stan Valckx, impossível de esquecer e uma memória que retrata os níveis algo rasteirinhos a que o futebol (Sporting ou qualquer outro) chegou / chegaram. Valckx, Jorge Costa, Mozer, centrais muito duros mas que reuniam características que fizeram deles baluartes das suas equipas. Não tenho por exemplo nada contra Oguchi Onyewu ou o central Holandês que assinou pelo Sporting e nem conheço, mas quando vejo muitos sugerirem tratar-se de grandes centrais dá vontade de rir quando há não muito tempo o clube teve Naybet, Valckx, Beto (outro central duro que sabia jogar), que mais ou menos inserem-se nesta linha. A acompanhar a qualidade enquanto futebolista, a peculiar forma como se exibia no relvado: a imagem das meias sempre recolhidas jogando muitas vezes sem caneleiras (seria?, ou a representação que faço dele atroiçoa-me) é algo que não se esquece. São ídolos.

artnis said...

Um Senhor!

Foi, sem dúvida, uma grande figura do futebol mundial.
É, ainda hoje, bem conhecido e respeitado por todos os que o conheceram a nível desportivo e verdadeiramente gostam do desporto-rei.

Era senhor de um profissionalismo e elegância ímpares.
Soube com a sua humildade, o seu carisma e no respeito pelos adversários, construir uma carreira de sucesso em vários países. Entre os quais o nosso.

Pena é que em Portugal tenha sido bicampeão, por quem foi ...!

Creio no entanto que terá sido dos poucos que merece o respeito e que deixou saudades, aos adeptos dos 3 grandes.

As suas equipas praticavam um futebol ofensivo e de grande qualidade.

Lembro-me bem do seus gritos de incitamento - "Attack, attack, attack"!

A precipitação de Sousa Cintra na dispensa dos seus serviços, é provável que tenha subtraído esse campeonato ao Sporting.

O Sporting liderava o campeonato e tinha uma excelente equipa.

Recordarei enquanto a memória o permitir, dois grandes momentos de Sir Bobby Robson :

A mítica conferência de imprensa na Luz, após a derrota do Porto por 2-0 em 93/94.
Nesse jogo acontece a célebre expulsão de Fernando Couto, por agressão à cotovelada, a Carlos Mozer.

E um excerto de uma entrevista dele a "A Bola", algum tempo antes de entregar a alma ao Criador,(para quem acredita!) em que as suas palavras sobre o SLB - quando treinava o Sporting! - me maravilharam :

"Eis o clube onde devia estar, o glorioso Benfica, aquele que sempre admirei"

Um verdadeiro 'class act', como dizem os 'englishmen'...

Anonymous said...

O 2º golo é do Iordanov, o primeiro ao Benfica.

MM said...

"A mítica conferência de imprensa na Luz, após a derrota do Porto por 2-0 em 93/94" ... onde falou Português, e explicou porque deixou Aloísio em campo sozinho com a 2ª parte toda para jogar depois da expulsão de Couto, tendo Jorge Costa no banco.
"Fernando Couto 0 - 2 Mozer", disse, "Queríamos tirar qualquer coisa do jogo, compreende?". Recordo ver o jogo e pensar que Kostadinov conseguia sozinho limpar o Benfica. Adorava o Búlgaro, desde o dia em que o FCP destruiu na Taça dos Campeões o Bremen na Alemanha por 5-0, noite de glória para Bobby Robson e uma equipa que transpirava classe com Kostadinov, Drulovic, o fabuloso Domingos, o grande Timofte, Aloísio, Couto, Jorge Costa e Rui Filipe. Perderam na meia-final com o todo-poderoso Dream Team de Laudrup, Hristo Stoichkov e Cruijff, na edição onde claro, o sonho ruiu para os Catalães na final de Atenas em que foram demolidos pela classe de Savicevic e restante AC Milan de Capello.

Outros tempos do futebol Português em que os grandes eram de facto grandes, com equipas tremendas compostas por 6 e 7 jogadores Portugueses. O jogador Português perdeu qualidade desde então? Não, estarão porventura melhores com as academias de futebol mas os dirigentes é que não têm categoria nenhuma. Um bom treinador em 2003/04 com uma equipa consistentemente Portuguesa venceu a LC para um clube de Portugal, e em 2004/05 uma outra equipa Portuguesa bem orientada com um miolo Português com Moutinho, Carlos Martins, Pedro Barbosa e Hugo Viana espalhou classe pela Europa.

Dirigentes = cancro do futebol Português, inúteis que não sabem fazer nada.

Mas voltando a 1993/94, a memória mais vívida que tenho fora do universo Sporting evidentemente foi o 3-3 na Luz, que ambiente na ÚLTIMA época de um SLB verdadeiramente grande. Lembro sentir-me triste porque o jogo não deu na televisão e recordo o resumo alargado de tarde na RTP, e depois à noite novamente no Domingo Desportivo. Até os árbitros, 2 ou 3, num meio podre tinham outra classe. Quando penso neste 3-3 vejo imagens mentais do (para mim) melhor que vi, Veiga Trigo, gostava muito dele, quando nem sei se foi o árbitro desse jogo.

Tempos muito especiais do futebol Português que nunca mais foram imitados. Pergunto se era mais barato para o bolso Português de então ver jogos no estádio? Se sim não falamos de uma diferença certamente grande mas os estádios enchiam. A paixão era muito mais verdadeira, os clubes de topo tinham equipas Portuguesas abrilhantadas por 3 ou 4 jogadores estrangeiros que não eram necessariamente caros, coisas que faziam sentido e onde os adeptos reviam-se.

Tinha tudo muito mais encanto.

pedro oliveira said...

MM, esse jogo dos 2-0 foi um jogo em que o clube de Carnide foi bulgarizado (Balakov+Iordanov) podes recordá-lo, aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=EIPeeHVVeLI
Quanto às restantes considerações que fazes tens razão, especialmente, sobre a qualidade dos centrais desses tempos... de qualquer modo quer o argentino Rojo, quer o holandês "Boulo" pareceram-me jogadores, sem medo de terem a bola nos pés e bons a lançarem bolas à distância para os extremos... a ver vamos.

Artnis, que Robson gostava muito do Benfica, ninguém duvida, gostava de lhes ganhar... é só ver o deve e o haver entre Robson e o clube da águia que voa parta fora do campo de futebol a que chamam "catedral".

O livro de Robson acaba da seguinte forma e tem a ver com o grande amor que sempre teve pelo Newcastle (o clube da terra/do condado onde nasceu):
«Nos dias que se seguiram, muitos habitantes da cidade escreveram-me a dizer que nunca tinham tinham presenciado tanta emoção numa cerimónia daquela natureza. Talvez tenha sido por eu ter falado do meu pai, e de como ele entrava branco para dentro de um buraco na terra e saía de lá negro, numa zona onde essas duas cores simbolizam o amor de uma cidade pelo futebol, um amor que arde dentro de mim e que jamais se apagará»

artnis said...

MM

"Mas voltando a 1993/94, a memória mais vívida que tenho fora do universo Sporting evidentemente foi o 3-3 na Luz..."


Entre quem e para que competição?

Nessa época o Sporting perdeu ambos os jogos, por 2 - 1 na luz e os inesquecíveis 3-6 em Alvalade.

Que me recorde nesse ano, o único empate a 3 golos que houve, foi no Porto-Benfica nas Antas.

Em relação às suas considerações e opiniões só lhe digo que o ano de 1993 foi o do assalto final - nos mesmos moldes em que anos antes, o tinham feito ao clube 'deles' - às estruturas do Futebol Nacional ...

curiosamente, ou talvez, não - criteriosamente, digo eu - no mesmo ano em que é criada, em novos moldes, a "Champions League", e os seus fabulosos prémios.

artnis said...

pedro oliveira

E pá, tu não páras de me surpreender com as patetices argumentativas da criança que há em ti:-))

Um poucochinho de palermice ... para não te sentires tão só!

Antes a libertária "águia que voa parta fora do campo de futebol a que chamam "catedral" " do que o enjaulado leão de circo,(e albino, por castigo!) arrastado num campo da bola, com fosso à volta, a que chamam "Museu do Azulejo".

Excerto da entrevista:

"Eu estava preparado para deixar o Sporting e reorganizar a minha vida, ràpidamente, desde que me pagassem o que me era devido.
Estávamos no Outono de 1993 e tornava-se-me, PARTICULARMENTE DOLOROSO, abrir as portas da varanda do meu apartamento, OLHAR O ESTÁDIO DA LUZ e pensar:

- Eis o clube onde devia estar, o glorioso Benfica, aquele que sempre admirei"

MM said...

Pedro, Alan Shearer, Robson e Keegan, os grandes nomes do Newcastle nos últimos 25 anos e que melhor representam uma ligação emocional inquebrável com o clube, das suas partes. Para trás, Jackie Milburn.

PSV, Sporting CP, FCP, e FC Barcelona, são clubes que fizeram parte do percurso de treinador - não encerram significados do mesmo género. Onde entra o SLB nestas contas? Não entra, a não ser por alturas de 1997 ou 1998 quando um Abílio qualquer coisa (Rodrigues, salvo erro) estava apalavrado com Robson para ser o treinador caso vencesse as eleições. Nas 2ªs eleições em que Vale e Azevedo concorreu (e venceu).

Artnis releia o comentário mas antes disso: não seja insultuoso porque ninguém foi insultuoso consigo. Só não lhe apago o comentário porque é dirigido ao Pedro e o Pedro se quiser fá-lo. Comporte-se como gente grande e guarde esse tipo de palavreado imbecil para outras casas que frequente.

Nas palavras que dizem-me respeito, leia com olhos de ler e preste atenção ao que é dito: 'a memória mais vívida que tenho fora do universo Sporting evidentemente foi o 3-3 na Luz ...'. Fora, Artnis. Empreste-me um lápis que faço-lhe um desenho. " ... fora do universo Sporting?", quando para trás versei sobre o FCP de Robson e Kostadinov. É difícil compreender Artnis?

Não foi na Luz, mas nas Antas. Seja.

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