No que ao Sporting respeita: Inaugurado em Março de 2011, encerrado em Maio de 2014, reaberto sob o mesmo nome mas diferente endereço em Agosto de 2016, é este um pequeno e doméstico espaço onde se olha o passado, o presente e o futuro da maior potência desportiva Nacional.
O melhor do clube são as pessoas, mas não são quaisquer pessoas. Foram os nossos fundadores, atletas e treinadores. É a nossa história. O clube não és tu, não sou eu, nem «somos nós». São eles. As mensagens que publicarmos evidenciarão esse intuito, versando sobre a instituição, a sua notável história, acumulado de feitos presentes e passados, proeminentes homens que a serviram e ergueram, cumprimentando as suas memórias mas mais importante, preservando a sua autoridade, ainda que não vivam entre nós.
Ademais: Este é um blogue pessoal no qual se vêem analisados outros temas.




Até logo...

Hoje vejo-te em Alvalade, no estádio José Alvalade

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Thursday, 20 October 2011

15 Comments
  1. Caro Manuel Humberto o meu comentário não foi, como diz, parvo. Lamento que escreva sobre ética na internet, num blogue aberto ao público e chame, gratuitamente, parv@s às pessoas que o comentam de forma gratuita. Eu escrevo num blogue desde 2006 com o meu nome e, talvez tenha idade para ser sua mãezinha, entendeu!?

    Obviamente que é dono-deste-espaço, publica o que bem entende e, apaga os comentários que quiser. Mas, já que escreveu sobre Ética, cousa, aliás, que não entende, dado o comportamento e a forma como se dirige às pessoas que lhe colocam questões às quais responde de forma ofensiva, deixe-me dizer-lhe:


    1. O comentário que fiz e não vejo - presumo que o apagou - é ironia. As pessoas de precária inteligência têm, regra geral, dificuldade, em perceber e partem, como mecanismo de defesa, para a agressividade verbal - como o faz -. Por outro lado apregoam princípios éticos de teor absurdo e tonto, sem responder depois às questões que se lhes colocam.

    2. Não conhece a obra de António Lobo Antunes? Então pesquise e, talvez perceba, a ironia do comentário que apagou por ignorância sua e que remetia ao nome do blog do outro comentador, ao comentário dele e ao título deste post. Ou só percebe um assunto de cada vez?

    3. Se fosse tão primária nas reacções como o caríssimo Manuel Humberto, acabadinha de chegar à Blogosfera com conversetas da treta sobre a ética dos escritos, claro que não me dava ao trabalho de estar a escrever de forma educada, dizia-lhe apenas:

    - Rapaz!, parva é a sua mãezinha!

    4. Seja assertivo. Aprenda com o que às vezes se escreve aqui, Manuel Humberto. Aprenda e respeite as pessoas.

    Boa noite para si



    P-S: Recomendo a opção de filtrar comentários, convidar leitores ou, em última análise, se não quer e não sabe discutir ideias por estar cansado, num espaço público, faça um blogue só para si.

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  2. Caro Manuel Humberto,

    para se ser assertivo, não é condição suficiente, iniciar frases por «Sim» e discursar, depois de forma egocêntrica, agressiva e tal.

    Eu não sou parva. O (meu) comentário que apagou não era parvo. Quem chamou aqui «parva» e «parvoíce» foi o Manuel Humberto.

    António Lobo Antunes que leio muito pouco escreveu um livro com o título «Ontem não te vi em Babilónia», logo: apagou dois comentários e chamou-me parva... gratuitamente.


    1. Melhorar assertividade
    2. Continuar a compilar excelente informação
    3. Não promover a agressividade no debate
    4. Ponderar a existência do filtro de comentários
    5. Pensar como recolocar o leão quando se abre a caixa de comentários sem que a cor da letra face ao verde dificulte a leitura (talvez escurecer a cor da letra na caixa de comentários, não sei... é q o leão fica muito bem)
    6. Assumir atitude pedagógica ao invés do "aviso" disto e daquilo, tipo: "é pá, tu vê lá que 'tas aviso"
    7. Repensar a Florbela Espanca "à entrada"... credo! a mulher é melancólica, deprimida, matou-se e achava que "ser poeta é ser mais alto". Um horror (p'ra mim, claro, mas aceito outras visões)

    Não me estou a recordar de mais nada neste momento.

    Obrigada pelo convite, Manuel Humberto, mas como lhe disse, não pesco nadinha de futebol profissional; aqui sou mera aprendiz.

    Ok, então
    Boa noite (outra vez)

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  3. Caro Manuel Humberto

    há um paradoxo no seu «Blog». A citação que colocou onde antes se lia, um fragmento poético de Florbela Espanca, não mostra o lugar de «inclusão». Esta página é composta por vários textos/posts e, cada um, tem uma caixa de comentários. Ora, não está mostrando o contexto da frase. Está mal! Não é pedagógico; impossibilita, eventuais interessados de acederem directa e correctivamente. Isso é algo parecido (perdoai o exagero) a, retirar de um livro um conjunto de frases, descontextualizando-as do todo que o livro é. E, claro é crime se no livro se proíbe a reprodução em parte ou integral sem prévia autorização do autor e/ou editor.

    Sabe uma coisa, caríssimo Humberto a democracia é lixada, mas com "F" muito grande... não é para todos.

    Por outro lado, adorei. A Florbela espanca ali ao lado e, por analogia ao lema do meu berlogue está lindo. Bem, numa interpretação poucachinha

    Vá, agora sim... ó-ó
    Saudações leoninas

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  4. Ricardo,

    Eu, também,"acho muito mal a censura" tal como ao senhor, a censura magoa-me e entristece-me, contudo, o Ricardo que tem um "blog" sério,opinativo,assertivo sabe muito bem, o trabalho, o esforço que é tentar escrever com inteligência algo útil que não repita,apenas,o blá, blá,blá que lemos em todo o lado.
    É triste e desmotivante chegarmos ao "blog" e depararmos com comentários como este:
    «Este post tem um título que remete para o título do meu blogue.
    Como tal, e estando eu indescritivelmente consternado, terei de processar o blogue, o autor do post e o próprio clube.
    Serve este comentário como notificação de actos futuros.
    Cumprimentos.»
    Ricardo em 2011.10.20 pelas 18H40
    «Perdão, Senhores, mas não resisto:
    - Desculpai... O António Lobo Antunes ainda acaba a processar-vos a todos.
    [Já fui...Calma!]»
    Rosa Oliveira em 2011.10.20 pelas 18H50
    Ou este:
    «Rosa, a minha cara usou a palavra "Lobo", que é o nome de um primo meu em terceiro grau. Pediu licença, avisou o visado, deu disso nota no Cartório?
    Se não, terei de incluí-la no meu processo contra a infâme e cobarde acção de plágio que Pedro Oliveira iniciou. Considere-se notificada, também.»
    Ricardo em 2011.10.20 pelas 19H24

    Percebo e utilizo muito a ironia quando escrevo contudo se era para escreverem sobre o «post» que MM elaborou sobre o plágio, seria interessante que tivessem escrito as vossas fundamentadíssimas opiniões no "post" correspondente.

    Vou trabalhar (de barriguinha cheia) após um manjar de bom futebol,com um sorriso nos lábios de adepto do único clube da Liga Europa já apurado para a fase seguinte; uns empatam-se como os Trabzonspors que vão encontrando; outros seguem leoninamente pela via verde das vitórias...

    (mais logo voltarei aqui com mais tempo)

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  5. bom dia, Pedro

    não vale a pena bater mais no ceguinho, please!
    já toda a gente percebeu. ontem nem sequer tinha lido esse comentário citado... foi uma brincadeira, uma ironia, com graça, porque decorreu do post em baixo (q já havia comentado), da analogia ao título do teu post e ao lobo antunes... acho que já se percebeu. estou a ser repetitiva e já enjoa (logo de manhã). a questão, caríssimo é que não havia necessidade, como dizia o outro, de chamar .... parva (ainda se fosse a dar para o sentido etimológico) etc blá, blá
    assunto encerrado (por mim)

    vou trabalhar...

    Ainda bem que vai de barriga cheia.

    inté

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  6. O Manuel Humberto foi mal educado.
    Eu avaliei o seu texto.
    Eu não lhe chamei "parvo", "imbecil" ou "incapaz de discutir" ou "desejoso de conversa". São da sua autoria os epítetos.



    Enviei-lhe um e-mail a ver se esclarecemos o assunto
    se quiser, bem entendido
    para mim está claro.

    Obrigada pela atenção.

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  7. Pedro, vamos lá entender-nos que isto assim não tem graça nenhuma:

    o meu caro fez um post com um título que remetia para o título do meu blogue que, por sua vez, remete - como disse a Rosa, bem - para um título de um livro de Lobo Antunes. O meu primeiro comentário vem logicamente na sequência de toda a discussão filosófica lançada pelo MM e com a qual discordo em todas as suas vertentes. Queria que dissesse o quê? Que acho uma "parvoíce" (para usar dos mesmos conceitos com que o MM me brinda e brinda a Rosa) tanta discussão em torno de um assunto que não tem relevo? Até que pontos estarão as pessoas a levar muito a sério esta brincadeira da blogosfera, achando-se já autores cujos textos não podem ser reproduzidos noutros espaços? Ainda por cima quando os mesmos foram reproduzidos tendo em atenção a importância de assinalar o autor MM.

    O que dizer disto? Nada. Brincar com o assunto, quando logo no post a seguir o meu caro faz uma brincadeira com o título do meu blogue (ou do Lobo Antunes, como quiser).

    Riam-se mais. Isto não é nenhum funeral, caramba!

    Depois a Rosa comentou e eu achei graça em continuar a brincadeira. Mea culpa. Prometo só fazer comentários sérios e muito dignificantes neste vosso espaço.


    Quanto ao resto (da "barriguinha cheia"), nem sei que lhe diga, de tão ridículo, Pedro. Os "trabzonspors" estão na Champions, ganharam em San Siro já esta época. Para além dos "Trabzonspors", o Benfica eliminou o Twente - equipa superior a qualquer uma do grupo do Sporting. Quer que lhe diga o quê? EStou de barriguinha cheia na liderança do grupo da Champions? Acho desnecessário. Esse complexo de inferioridade é uma coisa grave, Pedro. Aprenda a conviver com o sucesso sem pensar no irmão mais forte do lado. Pense nos seus, Pedro. Pode ser que um dia ganhe alguma coisa de relevante.

    Sobre a euforia leonina, falo-lhe mais tarde. Mas aviso-o já: uma equipa que passa 50 minutos em superioridade numérica contra um conjunto de toscos e marca um golo não demonstra grande qualidade para o futuro. Mas para isso é preciso analisar o futebol para além das "8 vitórias consecutivas", é preciso pensar o jogo e adivinhar-lhe o futuro. E o vosso não será risonho, com toda a certeza, porque a equipa do Sporting é uma equipa totalmente desequilibrada. Basta que apanhe uma boa equipa pela frente e o castelo de areia se desmoronará por completo. Mas não quero chateá-lo mais. Terá tempo de carpir as mágoas. Depois não diga que eu não o avisei.

    Quanto a vitórias consecutivas, o Benfica a época passada teve 18. Só faltam 10, Pedro.

    Sobre censuras, acho mal, principalmente porque não insultei ninguém e sobretudo porque já li ao MM extensos tratados filosóficos sobre o assunto.

    Mas tudo bem.


    Vou trabalhar (de barriguinha cheia) após um manjar de excelente futebol, com um sorriso nos lábios de adepto do único clube português a figurar no top-10 dos melhores clubes da Taça dos Campeões Europeus e outro sorriso pela liderança no grupo da maior competição mundial de clubes; uns perdem em casa com os Marítimos que vão encontrando; outros seguem gloriosamente pela via da liderança no campeonato e na Champions, vitória após vitória...

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  8. Boa noite, Manuel Humberto

    pode apagar este comentário se assim o entender; enquanto se falar de ética, continuarei a deixar comentários, pois entendo ser esse um imperativo, como escreveu Kant, categórico. No uso da legitimidade que lhe assiste, o Manuel Humberto, lê, apaga, responde ou não responde, segundo o seu próprio entendimento.


    1. O Manuel Humberto está pleno de razão quando defende a protecção da autoria (dos textos).

    2. O Manuel Humberto está pleno de razão quando se repugna face à publicação de informação (e- mails) privados.

    Estes pontos são de tal forma óbvios para mim que nem me ocorre (ocorreu) chegar aqui e, fazendo-lhe festinhas no ego e, na plena razão, dizer:

    - Tem razão!

    O mesmo já não posso dizer em relação ás suas argumentações face a este assunto.
    Porquê?
    Porque são incongruentes. A ética e, por sua vez, a ética na blogesfera, não pode ser (não é) uma ética do particular. Não é a sua e não é a minha ou de outra pessoa qualquer. O que escreveu no comentário acima, dizendo: se forem blogs amigos (seus) já não se interessa, tipo: "ok, ele ou ela é amigo, já não faz mal". Esta afirmação leva a que não o possamos levar a sério. Ou defende uma ética cujos princípios (formais) se aplicam a uma comunidade em geral - a comunidade blogoesférica - e, decorrendo desses princípios, tem aplicações, através de um conjunto de procedimentos normativos, a essa mesma comunidade.

    A defesa de uma ética para a generalidade e, de uma ética para os amigos padece de um relativismo questionável, a saber: está a falar de tudo, menos de agir com correcção moral. Uma ética discriminatória é a meu ver repugnante e não serve para regular os comportamentos na internet ou na, como disse, na blogoesfera sportinguista (ou outra).

    Emotivamente compreendo perfeitamente o que quer dizer. Ou seja: amigos são amigos. Compreendo isso. Racionalmente não faz sentido algum e, pior é imoral e, por consequência: não ético.

    Por outro lado e, este, desde o início o entendi como fundamental: não serve para nada, a não ser para a ridicularia, definir um conjunto de procedimentos/normas/códigos de conduta e, ao mesmo tempo, nãoo respeitar os intervenientes no diálogo, porque feriram o seu ego, não escrevendo aqui, explicitamente, que está pleno de razão quanto ao plágio. Quero dizer: o Manuel Humberto, na minha perspectiva está a exigir à ética na blogesfera muito pouco. Exige muito pouco!, reduz o assunto à correcta citação dos textos. Repare, agir, eticamente, não pode passar, simplesmente (somente) por essa acção; a ética na blogoesfera exige que se ponderem as intervenções de anónimos em caixas de comentários, na maioria das vezes com ofensas directas ou veladas a comentadores que assinam o que escrevem, a desonestidade intelectual que menoriza os intervenientes e, principalmente, o respeito pelas opiniões alheias mesmo que não sejam concordantes com as nossas. Isto é discutir/debater.

    O código de procedimentos que apresenta presta-se a comentários irónicos de tão extenso (no uso da palavra) de tão pormenorizado ao ponto de não permitir que alguém transforme e/ou crie a partir dos seus escritos. Este foi o ponto que quis debater no meu primeiro comentário. Porquê? É simples: dá a entender que o seu espaço é, meramente, informativo e, não permite que se possa criar a partir dele. Ou seja: a gente lê, concorda consigo, porque, como o nome indica é «Autêntico» e, com isto quer o Manuel Humberto transformar a Blogoesfera em geral e a Blogosfera Leonina, em particular. Exige qualidade! Concordo!, mas é uma visão simplista.

    (continua)

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  9. Há pequenos pormenores que se devem (o dever: a moral e a ética) considerar quando queremos um espaço ético e vão, além da questão do plágio, desde o simples responder aos comentadores em manada - perdoai o exagero - metendo tudo no mesmo saco, o modo como o proprietário do espaço se dirige a quem, aparentemente, não compreendeu o texto ou deixa uma graça, controlar a caixa de posts de outros membros da equipa, falar com membros da equipa em referência ao discurso dos intervenientes como se tivessemos andado todos na mesma escolinha etc. Tudo isto é de teor ético.


    O Manuel Humberto despertou para a questão ética pelo episódio do plágio, acontece que esse é um dos aspectos a considerar, mas não o único.

    E, ainda: A qualidade introduz-se como mais valia, mas não se faz sem o respeito pelos outros. Há tempos, por exemplo, escreveu algo sobre os benfiquistas que, na minha leitura, remeteu, imediatamente, para o tal dever de eticidade. Generalizou, meteu todos no mesmo saco, ofendeu. Provocou um conjunto de comentários emocionalmente reactivos e pouco produtivos em termos de mais valia para a tal qualidade que almeja. É num post lá para trás que já não sei situar.

    Não estou a censurá-lo, estou a expressar aspectos daquilo que entendo ser uma ética blogoesfera. É que os seus verbos, os verbos que usa, para falar de ética, que visa a qualidade, continuam a ferir-me, a saber: "Avisar", "Proibir", "Chamar à atenção", "Captar", "ajudar - mas porque é coitadinho das ideias, tipo: o mentecapto que não me entendeu" etc etc

    São estes verbos que instalam uma "Cultura do mérito"? O que é o "Mérito"? Como se define o "Melhor"? Quem é o "melhor escritor?" Quem é o "melhor Blogger?" Qual é o "melhor blog"?

    Caríssimo, a sua atitude, meramente, normativa, ainda que, empenhada na produção de textos, enxotando comentadores nunca, mas nunca, trará a tal qualidade, menos ainda, transformará isto num debate moralmente correcto; opinativo, fundamentado, respeitador. Pode ter muitos visitantes e leitores de muitos ou todos os parágrafos, mas tal não significa ... mérito. Aliás, a meritocracia é outra coisa e muito questionável.

    (continuação)

    Quanto ao que tem vindo a dizer sobre plágio está pleno de razão!

    Se quer apenas informar, se pensa que os seus escritos é que são, só por si, autênticos, se defende uma ética para os amigos e outra para os não amigos, claro, não vale a pena a nossa troca de palavras. Fica tudo pela rama da sua ética pobre, baseada em normativos de plágio para a protecção das suas ideias.

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  10. Um aparte...
    quando não se respeitam os comentadores, porque não nos fazem massagens ao ego, muitas vezes, acabamos a deturpar tudo o que disseram. Por exemplo, falei-lhe do desenho do leão que dantes se via quando se abria a caixa de comentários. Falava sério. O desenho de tão verde por baixo da letra dos comentários que tem um a cor preta mais clara, dificultava a leitura dos mesmos, ou melhor, podia dificultar. no meu caso dificultava. isto não era uma ironia, não era a mandar piropos tontos, a chamar porcos ou leões às pessoas. era um reparo a dizer que o leão ficava muito bem, mas se fosse,informaticamente, possível escurecer a cor da letra nos comentários, conseguiam-ler sem dificuldades, mantendo lá o leão. mas claro a reacção emotiva leva as pessoas a interpretações...

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  11. «Como é óbvio, isto serve para a generalidade. Não para todos. Depende dos espaços. Há espaços onde como é óbvio estou-me nas tintas para se conteúdos por mim escritos aparecem exibidos "à vontade do freguês". Que espaços? Espaços que eu goste, espaços que eu acompanhe. Espaços que eu estime.»


    Do ponto de vista moral e ético isto que escreve é grave.

    Exemplo:

    1. O seu amigo x gostou do seu texto e copiou-o para o blog dele sem o citar.

    1.1. O Manuel Humberto fica feliz e, como é seu amigo, nem lhe recorda a questão do link.

    1.1.1. Imagine-se que está lá, ainda assim, o seu nome, mas uma frase pequena que mal se vê no meio das cores... imagine-se

    2. O seu amigo x tem um leitor que não o conhece a si nem ao seu amigo x. Gosta do texto e, resolve copiar o texto para o blog dele com o link para o blog do seu amigo X.

    2.1. O seu amigo X não percebe muito de informática, pelo que, nem consulta os aplicativos que lhe permitem saber se alguém e onde linkou o texto que era seu, mas ele não o linkou como sendo da sua autoria e o Manuel Humberto não se importou, porque é seu amigo.

    3. O leitor do seu amigo x tem outros leitores que desconhecem o seu amigo e a si.

    3.1. No Blog do leitor do seu amigo há um código de procedimentos ético. Ele permite a reprodução dos textos, por exemplo, para fins pedagógicos.

    3.1.1. Um leitor do leitor do seu amigo X não gosta do texto/discorda/acha que está cheio de disparates sobre o Sporting, por exemplo e resolve imprimir e apresentá-lo numa conferência com 200 pessoas (nenhuma o conhece a si, ao seu amigo x ou ao outro leitor), atribuindo a autoria ao seu amigo x.

    3.1.1.1. Um dos participantes, americano, não concorda nada com o conferencista. mas como recebeu o texto em papel e acha-o brilhante guarda-o e referencia-o num programa televisivo, atribuindo a autoria ao seu amigo X que está já, nos EUA a ser noticiado como autor duma brilhante ideia e todos querem conhecer.

    .............só quando alguém telefona ao seu amigo X ele toma conhecimento de toda a situação. as televisões estão à porta dele e ele assustado liga para si.

    Não morreu ninguém, certo? O exemplo é um pouco palerma, mas possível
    gostava de ver a sua atitude se tal acontecesse. antes que pudesse reagir já os jornaleiros e televiseiros estavam à sua porta questionando a amizade e a ética blogoesférica e sei lá mais o quê.

    Sou parva, não é'! Estar aqui com suposições. Pois!...

    Boa noite, Manuel Humberto

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  12. Desculpe, mas vi, agora, que me faltou um pequeno pormenor e, gostaria de o partilhar, com a sua licença, a saber:

    Eu já compreendi que só lhe interessa discutir a questão do plágio; pois... mas vou ficar com insónias pensantes só de imaginar que defende uma cultura de mérito fundamentada numa ética para amigos e outra ética, bem diferente, para os não amigos, considerando os mesmos factos e/ou acções.

    Caríssimo, não há coisa mais portuguesa do que essa.

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  13. Caro Manuel Humberto,

    leu tudo o que escrevi, não respondeu foi a conteúdo algum dos meus comentários.


    Claro que lhe assiste o direito de não estar interessado nas conversas que lhe trago. Tal como a mim não me interessa se está interessado ou não. A ética não trata de interesses da pessoa x ou y, nem dos gostos ou preferências de x ou y.

    Um discurso sobre ética que já percebemos não sabe o que é, pois que, insiste em pessoalizar e/ou reduzi-la àquilo que acha que é, a saber: um mero conjunto de procedimentos, segundo a sua vontade, gostos e amizades pessoais.

    Não se pode discutir princípios éticos, comportamentos morais , qualidade em blogues e mérito com alguém que lê tudo o que se escreve como considerações ao carácter pessoal (dele próprio) - PRINCÍPIOS ÉTICOS NADA TÊM A VER COM CARÁCTER PESSOAL [leu os sites errados. Há imensos livros consagrados sobre a matéria. A Wikipedia não é fiável, qualquer pessoa lá pode escrever o que entender]- e, menos ainda, com uma ética para os amigos e outra para os não amigos.

    Enquanto o seu espaço for público, gratuito e, escrever barbaridades como as que escreveu sobre ética, como cidadã é meu dever moral e ético vir aqui discordar do que escreve. Esse é mais do que um direito - legalidade - é um DEVER - moralidade - meu que passei anos a estudar Ética. Doutra forma, como já lhe disse, mas entendeu noutro sentido, faça convites a leitores/feche o blog ao público como fez ao outro; Assim, só acede a ele quem for convidado, pronto... escreve para a malta amiga. Parece-me bem.

    Nota ao seu exemplo sobre o meu carro:

    O seu exemplo tem uma incoerência interna!, pelo que, não serve (como exemplo) para responder ao exemplo que coloquei no comentário anterior. Qual é a incoerência? Ninguém empresta o carro a um estranho; os estranhos roubam os nossos carros. No exemplo que enunciei não há, em momento algum, roubo ou plágio, é descrita uma sequência de acções com base na sua ética pessoal, quer dizer: uma acção para os amigos e outra para os não amigos face à mesma circunstância. No exemplo que oferece nem sequer é possível pensar-se como experiência mental, visto que, estranhos, por natureza, não recebem os nossos carros emprestados. Tomam-nos, roubam-nos, levam-nos sem consentimento. Não percebeu o exemplo que dei e não lhe respondeu. Eu sei é tarde e experiências mentais a esta hora requerem um esforço. Depois... pense.



    A qualidade de um blog passa, necessariamente, pela informação que presta e, tendo caixa de comentários, pelo debate que aí se estabelece. SE escreve só para os amigos, tomo a liberdade, de lhe dizer que é redundante, não atingirá nunca mais do que isso. Vir para a internet para escrever apenas para os amigos também é uma "coisa apoucada". mas enfim, faça como entender.


    P-S: Quando tiver um blogue com qualidade, baseado em princípios éticos para os amigos e princípios éticos para os não amigos face aos mesmos factos e situações com vista ao mérito, venho cá dar-lhe os parabéns.

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  14. Caro Manuel Humberto,

    calma! é tarde, já lhe disse o que pensava, exemplifiquei... O Manuel Humberto respondeu como entendeu e eu retorqui. Creio que ambos, percebemos já, o ponto de vista de cada um. Quero dizer: estamos esclarecidos. O Manuel Humberto pensa de uma forma, eu concordo com alguns aspectos e discordo de outros e vice-versa. Isto é discutir. Sem ofender, sem perder as estribeiras.

    Eu discuti, somente, o assunto que colocou. Os aspectos que introduzi, decorrem, todos eles, desse assunto principal: o plágio. Nada do que disse, até este momento, está fora do assunto ética, sendo que, evidentemente, vai além do plágio, porque diferenciou entre a ética para os amigos e a ética para os não amigos. Eu disse o que reflecti sobre o assunto. Nunca o insultei, censurei ou deixei de o tratar como deve ser/com respeito

    Res peito

    Res(coisa)[do] peito.... o respeito é uma "coisa" do peito, do coração. Logo, não podemos diferenciar o trato. Eu sei que se eu fosse homem já me tinha mandado para aquele sítio. Assim, só disse baixinho... isso é normal. Acontece a todos, o esforço é necessário para manter a tal qualidade na discussão. Não se apoquente, por favor. São apenas ideias diferentes, ok!?

    Obrigada por se ter mantido num nível de esforço no trato.

    Um espaço de gentinha que não conheço de lado nenhum publica um texto que eu redigi. Pasme-se: ficam chocado por - via contacto privado - pedir-lhes que acrescentem um link para o artigo original de onde o retiraram.
    Esta gentinha, fica tão chocada com semelhante pedido, que:
    - Publica mensages de correio privado, o que diz tudo sobre o tipo de gentinha que é.
    - Promove toda uma discussão na sua caixa de comentários que mais não é do que uma panóplia de insultos que me são dirigidos.

    «Porquê? Mais uma vez, porque um filho da puta qualquer que administra ou escreve para um blogue de merda chamado "Sporting para sempre" entende que deve usar-se daquilo que outros se dão ao trabalho de fazer para promover o seu espaço.
    Não quis dar relevo à questão pela qual se interessou - porque se quisesse dá-la, teria muitas formas para fazê-lo, nem respeitou um pedido simples do autor das palavras de que se usou.»


    Concordo consigo!, nem tenho qualquer dúvida, salvo no pormenor da filiação; isso não sei. De resto está cheio de razão.

    Um abraço, Manuel Humberto
    vou dormir que amanhã o meu sportinguista tem treino e... precisa de motorista

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  15. esqueci ali umas aspas na sua citação. sorry... sono

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