No que ao Sporting respeita: Inaugurado em Março de 2011, encerrado em Maio de 2014, reaberto sob o mesmo nome mas diferente endereço em Agosto de 2016, é este um pequeno e doméstico espaço onde se olha o passado, o presente e o futuro da maior potência desportiva Nacional.
O melhor do clube são as pessoas, mas não são quaisquer pessoas. Foram os nossos fundadores, atletas e treinadores. É a nossa história. O clube não és tu, não sou eu, nem «somos nós». São eles. As mensagens que publicarmos evidenciarão esse intuito, versando sobre a instituição, a sua notável história, acumulado de feitos presentes e passados, proeminentes homens que a serviram e ergueram, cumprimentando as suas memórias mas mais importante, preservando a sua autoridade, ainda que não vivam entre nós.
Ademais: Este é um blogue pessoal no qual se vêem analisados outros temas.

É impossível esconder a alegria pelo regresso a Alvalade de sportinguistas como Manuel Fernandes e Oceano. Poder-se-á discutir o enquadramento que cada um ou que outros terão / têm no Sporting, mas os seus regressos deverão ver-se saudados (para mim, pelo menos).
Duas qualidades são desde logo comuns a ambos:
1) os lugares que têm na história do clube, escritos com a camisola verde-e-branca colada ao corpo
2) amor pelo clube, inegável sportinguismo
Do mesmo modo, além de qualidades que se situam na esfera do mundo verde-e-branco, juntam-se outras da esfera pessoal: decência, a rara decência, altruísmo, o muito raro altruísmo, e humildade, a aconselhável humildade.

Tal como para Manuel Fernandes e Oceano, outros há que são símbolos de um passado mais recente, símbolos como o importante Beto ou o importante Ricardo Sá Pinto, futebolista interveniente em alguns dos melhores futebóis que o Sporting jogou nos últimos 15 anos. Exclusivamente sobre Sá Pinto, uma nota positiva além das universalmente comuns a todos os símbolos desta espécie: a sua inteligência. Em que elementos baseio esta afirmação?

A opção Villas-Boas quando Ricardo Sá Pinto foi director desportivo do Sporting. Villas-Boas era falado na net, foi muito elogiado na net quando ao serviço da Associação Académica ganhava 1 jogo por cada 4 ou 5 disputados. Villas-Boas não era ou não se via, no entanto, propalado na praça jornalística como um dos (futuros) melhores treinadores Portugueses da (futura) actualidade, isto no período em que treinava o histórico clube de Coimbra. Se Ricardo Sá Pinto o imaginou na altura treinador do Sporting é porque terá (presumo) um entendimento muito bom de futebol, ou então rodeia-se / escuta / consulta as pessoas certas.

A opção pelo muito bom Carlos Carvalhal sugere também isso mesmo.
Por fim, e não menos importante, não posso deixar de enaltecer a coragem que leva Ricardo Sá Pinto a regressar ao Sporting (pela terceira vez), quando (por duas vezes) já saiu do clube em contextos que o deixaram sempre fragilizado. Amor (pelo clube), coragem, resistência e outras qualidades sempre presentes no atleta Sá Pinto, qualidades que não nos são por isso estranhas.

É um privilégio servir o meu clube 
08/08/2011 (Bola Branca, Renascença)

Sou um homem realizado porque tenho o privilégio e a felicidade de poder desempenhar as funções que queria e para as quais me preparei, ainda para mais no meu clube do coração. Isso foi determinante na minha tomada de decisão (...) decidi abandonar esse projecto sólido, com gente competente (União Desportiva de Leiria), mas quando o Sporting chama o coração fala mais alto, porque para mim é um privilégio servir o meu clube.

Ricardo Sá Pinto: bravura é acreditar no próprio, e isso não pode ser ensinado

Posted on

Wednesday, 10 August 2011

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