No que ao Sporting respeita: Inaugurado em Março de 2011, encerrado em Maio de 2014, reaberto sob o mesmo nome mas diferente endereço em Agosto de 2016, é este um pequeno e doméstico espaço onde se olha o passado, o presente e o futuro da maior potência desportiva Nacional.
Ademais: Este é um blogue pessoal no qual se vêem analisados outros temas.

 Jorge Vieira (terceiro a contar da esquerda, em cima), em 1966 sobre Francisco Stromp (Francisco Stromp exactamente ao meio, em baixo):

'Este homem, este homem excepcional, acentuo, tinha uma sensibilidade de criança, tornava-se vulgar quando se nos dirigia antes dos jogos apelando ao nosso Sportinguismo e para o nosso acrisolado amor ao clube. Muitas vezes, ao finalizar as suas considerações, as lágrimas corriam-lhe pela face, e nós, arrastados pelo que víamos, também acabávamos por chorar. Quando, findos os jogos, nos dirigíamos a Chico - todos, sem excepção, lhe agradecíamos. Fora ele que nos arrastara para o triunfo, mercê do seu salutar exemplo, da sua vontade firme e da sua alma de lutador.'

Jorge Vieira, uma vida inteira dedicada ao Sporting Clube de Portugal, distinguido pela UEFA pelos altos serviços prestados à modalidade, um dos mais titulados atletas de sempre, no Sporting, e primeiríssimo árbitro internacional Português. Um dos GR do Sporting. Um de muitos.

«Ali vai um guarda-redes do Sporting»

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Wednesday, 13 July 2011

1 Comment
  1. Ora aqui está um texto inspirado que nos mostra que o sentido de pertença a um clube tem algo que remete para a esfera do sagrado e do divino.
    Não posso deixar de fazer o paralelismo entre estes guardadores de redes, guarda-redes, como lhes chamas e os pescadores de homens bíblicos, aqueles que pela sua (deles) fé e pelo seu exemplo procuravam converter os outros.
    Há de facto algumas semelhanças entre «acreditar em algo superior» e à crença que nós sportinguistas temos no nosso Clube.
    Não fomos nós a escolher o Sporting, de algum modo foi ele que nos escolheu.
    Pelo seu lema: Esforço, Dedicação, Devoção e Glória que nos lembra que nada se consegue sem esforço, sem trabalho.
    Pelo exemplo de ser um clube digno, verdadeiro, que tem uma data de fundação concreta e que não inventa míticos anos de nascimento.
    No entanto, o melhor do clube são as pessoas, foram os nossos fundadores, os nossos atletas, os nossos sócios, os nossos adeptos e simpatizantes que fizeram do Sporting a grande potência desportiva que é.
    Sporting mais que um «Club» um estado de alma, de algum modo cada sportinguista sente que faz parte dum «povo eleito/escolhido».

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