O pantomineiro a ver se saca mais 1 mês de ordenado à Sporting SAD. Não lhe deem a satisfação.

Sunday, 24 June 2018 · Posted in


O leproso não quer morrer, lê-se no JN.
Por favor, não deixem o auto-proclamado sportingado entrar nas instalações do clube. Expulse-se este atrasado mental de associado, fiscalize-se o que fez em 5 anos, e chame-se a polícia. Mesmo que não exista nada, chame-se a polícia. Plante-se provas, se necessário.
Este indivíduo merece ir para a prisão. Já não representa qualquer ameaça para o Sporting mas é um perigo (muito grande) para a sua família.
Joana Ornelas, Cláudia Gomes, por amor a Cristo peguem nos bebés, metam-se numa camionete e vão para longe. Não só ele não vos deixará nada, como tentará roubar-vos os filhos. Isto é muito real. Quem avisa amigo é.

Em 5 anos estragaste muita coisa, Bruno, mas não te desejo mal. (Fiz-te uma pequena lista.)

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Bruno de Carvalho já não é presidente do Sporting. Desejo, a bem do clube, que o próximo faça muitas coisas diferentes (melhores)  relativamente ao que sai, incluindo não se deixar obcecar por aquele que saiu. Os desafios são enormes e os problemas também, começando pelo futebol, modalidade e actividade que financia todas as outras às quais o Sporting se dedica: o clube e a SAD perderam grande parte da sua equipa de futebol. Este problema, naturalmente, ver-se-á resolvido por técnicos. Desejo, por isso, que o próximo presidente do Sporting (não sei se deverei incluir a Comissão de Gestão, seja lá o que isso for) se rodeie de técnicos competentes, isto é, de gente que saiba muito de futebol, não da actividade mas do jogo. Este é um dos quase eternos problemas do Sporting, correcto? Jorge Jesus, infelizmente, já cá não está para solucioná-lo. Jorge Jesus solucioná-lo-ia.

Diz Bruno de Carvalho que deixará de ser sócio do Sporting, antecipando, possivelmente, o processo disciplinar (interno) que lhe revogaria ou revogará o estatuto de associado. Espero que esse processo seja accionado e noutra esfera, mais ou menos próxima, desejo que o Conselho Fiscal (seja lá o que isso for) passe um pente-fino por toda a actuação de Bruno de Carvalho enquanto presidente do clube e da SAD.
No mais, em solidariedade para com o ainda sócio B. de Carvalho, sem que o seguinte tenha qualquer valor,  eu também permanecerei não-sócio do Sporting. O motivo é exactamente esse. Não brinco. E quanto tu, Bruno, vai-te tratar. Mas vai mesmo tratar-te, tens uma prole e tens agora meios para cuidar dela. (E ainda que não os tivesses. E ainda que não a tivesses.) Caso o seguinte te transmita alguma coisa positiva, tens alguma razão quando sugeres que foste atraiçoado, atraiçoado não por todos mas por muitos (dos mesmos) que abandonando o barco, ajudaram na sua construção e lançaram-no ao mar. Essa gente, menos uma (tu), permanecerá no clube, e continuará a influenciar as opções que o clube tomará. E ficamos assim, presidente. Não falarei mais sobre ti. És demasiado feio, literalmente. É possível que doa um bocadinho, continuará possivelmente a doer, mas não irá doer para sempre. James Finn escreve:

The very first time I ever had receptive anal sex, my partner threw my legs over his shoulders and stabbed into me.
The pain was fierce, burning, and unrelenting. Even after I twisted away from him and pushed him aside, even after he'd withdrawn, the pain wouldn't stop.
Having your partner sliding in and out, stimulating those nerves, can feel marvelous in and of itself. It's just such a rich, sensual experience.
Emotionally, you might also be deeply engaged. You're allowing your partner full access to your body. You're totally open and vulnerable to him.
All of this before any prostate stimulation comes into play.
Some guys don't necessarily even like a lot of prostate massage when they bottom. I'm one of them. It's just a little much for me most of the time. A little here and there is fine, but if it's going to be a long session, I'd just as soon find a position where my prostate isn't taking the full brunt of things.
Jorge Jesus, Marco Silva, Rui Patrício, Cédric Soares, William Carvalho, André Martins, Fredy Montero, Fito Rinaudo, Vítor Silva, Tiago Ilori, Wilson Eduardo, Daniel Podence, Rodrigo Battaglia, Rúben Ribeiro, Bruno Fernandes, Gelson Martins, Ricardo Esgaio, Paulo Oliveira, Eric Dier, e André Carrillo.
Passe a expressão, que se fodam os sócios e as divisões entre sócios. Era aqui que estava o valor do Sporting, e com alguma sorte (porque é sempre necessária), bem arranjadinhos e encontrados no tempo, isto dava para ser campeão Europeu de clubes. Destruir tanto em 5 anos foi obra.

Assim como entrou, o melhor sai pela porta dos fundos.

Saturday, 23 June 2018 · Posted in


Em boa verdade, J. Jesus não entrou pela porta pequena. Pegando de estaca na 1ª época como treinador (12ª jornada), levou o Amora F. C. da série F da III Divisão à II Divisão B, e daí à II Divisão de Honra.

29 anos depois, nem o F. C. Porto te merece (acho-o, pelo menos hoje).

Deixarás nalguns poucos muitas saudades.

Brian Laudrup (LE): Leitura de um discurso enviesado.

Thursday, 21 June 2018 · Posted in , , ,

Leitura, como não poderia deixar de ser, aqui. Enviesado não por má-vontade (do Brian Laudrup ou do LE), não por falta de qualidade (que tem para dar e vender), ou sequer pela conclusão defeituosa que enuncia (aprende-se mais a partir de artigos enviesados como este do que a partir de tanta outra coisa que se vai lendo por aí), mas enviesado porque parcial, parcialidade da qual só poderá resultar uma conclusão factualmente errada, aquela que o próprio enuncia:  “Ou queriam continuar a jogar como nunca e a perder como sempre?“ A perder e a empatar como sempre consagrou-se esta horrível, em referência à qualidade, como ontem se viu mais uma vez, selecção Portuguesa.


Desta lista de jogos só em dois Portugal escolheu a lotaria dos penalties, jogos que acabou por ganhar antes de chegar aos penalites — Croácia e França. Não os teve mas quis Portugal que esses jogos se decidissem nos penalties. Entre ambos, só no último (França) encontrou Portugal pela frente uma equipa do seu nível (em referência à qualidade individual dos jogadores em campo). Poder-se-á gostar ou desgostar do que Portugal produziu frente à França, mas não é descabido considerar que fazer os possíveis e os impossíveis para manter o jogo empatado não foi uma estratégia desaconselhável (boa, inclusivamente). Estamos a falar no entanto de um jogo, em sete.
Nos restantes Portugal sobreviveu porque ainda que incapaz, teve sorte. Teve a sorte de passar o seu grupo com 3 miseráveis pontos, e teve a sorte de sobreviver à lotaria dos penalties (Polónia) quando nem os desejou, mas foi lá parar por incapacidade.

Hoje (para já Espanha e Marrocos) temos mais do mesmo, naturalmente, já que os ingredientes são também eles os mesmos.

Se não fosse triste seria cómico.

Sunday, 17 June 2018 · Posted in

Escreve António Prata:

O irracional deste espectáculo é que a maioria só agora quis perceber que o artista é um cómico.
Até há três meses levaram-no a sério. Deram-lhe apoio incondicional.
Estiveram calados quando o cómico reclamava o poder absoluto, insultava ou desrespeitava tudo e todos.
Mas ele não é o único. Há outros cómicos, também eles rodeados de gente cega, surda e muda. Que agora nada vê, nada ouve, nada sabe. Mas está no palco para fazer coro.
Se não fosse triste era cómico.
O cómico que destronou Marcelo

Daniel Oliveira e a pseuda-autoridade que se oferece numa bandeja a parvinhos

Fica claro um mês de ilegalidades e violações sistemáticas e descaradas dos estatutos aprovados pelos sócios para impedir o normal funcionamento do clube e dos seus órgãos. Lentamente se regressa à legalidade e não é, ao contrário do que Bruno de Carvalho quer fazer querer, porque ele tenha anuído. É porque a justiça o obrigou (a ele e à sócia Elsa Judas, que tentou usurpar um lugar que nunca lhe pertenceu) com a ameaça de pesadas multas e de ação criminal por desobediência. Assim, no dia 23 de junho vou à Assembleia Geral (e espero que todos os sócios compareçam) e o mais cedo possível irei votar para tentar salvar o que ainda possa ser salvo. Pena que tenha sido necessária a intervenção da justiça para que os estatutos do Sporting fossem cumpridos. 
Daniel Oliveira
É gente sem critério, ideóloga e irracional como Daniel Oliveira que ajuda actores como B. de Carvalho a lavar a cara. Pior, apesar de irracional, por se tratar de um individuo inteligente, alinha com facilidade argumentos que credibilizam as causas às quais (legitimamente) se cola. Seria interessante ver o que Daniel Oliveira escreveu (se é que escreveu alguma coisa) aquando da providência cautelar que Bruno de Carvalho avançou em Abril de 2011 para impugnar o acto eleitoral de então. Em Março de 2017 este palerma afirmava:

"Neste momento o Sporting é, dos três grandes, o único clube verdadeiramente democrático em Portugal. É o único clube onde aparecem candidaturas alternativas, faz-se o debate, o debate fez-se na Sporting TV. Portanto, ninguém trata o canal do clube como um canal seu. E isso é um sinal com o qual a monarquia portista, que tem o mesmo presidente há décadas, e o Benfica, que vai exatamente no mesmo caminho, sem propriamente haver um debate e haver oposição, podem aprender. A democracia fortalece os clubes, não os enfraquece."
(Daniel Oliveira: "O Sporting é o único clube verdadeiramente democrático em Portugal")
Tal como para qualquer outro moralista bacoco, e ideólogo sem conteúdo, Daniel Oliveira "acordou" não quando o Sporting foi maltratado, mas quando a sua classe (jornalista) foi alvo das diatribes do Carvalho. Os apelos (sejam eles quais forem) destas virgens sonsas não têm rigorosamente valor nenhum.

O Sporting à completa mercê de vermes.

Há exactamente um mês (15 de Maio), gente que dedica boa parte (se não a totalidade) das suas vidas à violência e ao crime (Mustafás, Fernandos Mendes e gentalha desta espécie), gente financeiramente subsidiada pelo Sporting, com a conivência do / em sintonia com o presidente do Sporting, entrou no campo de treinos do clube para castigar fisicamente jogadores, treinadores e staff do Sporting por alegadas infracções relacionadas a falta de esforço, fazendo-o sem que se cruzasse com quem lhes fizesse oposição. Legitimados pelo hábito, legitimados por quem lhes faz as vontades, são estes os mesmos indivíduos / parasitas a quem (plural) se viu atribuído o direito de interferir a seu bel-prazer no normal funcionamento do clube, padrão de comportamento que persiste há décadas. Como resultado directo do que se passou a 15 de Maio, o Sporting tem uma hoje uma equipa de futebol completamente destruída e é, fora das quatro linhas, um clube não fracturado mas em estilhaços, estilhaços que  jamais se reencontrarão.

A negligência dos adeptos e dos sócios do Sporting (que servindo-o, ou não) nas últimas décadas é de tal modo gritante que um dia, num dia qualquer, hoje, abre-se um jornal desportivo e na página que lhe é dedicada vemos relacionadas ao clube, e só vemos relacionados ao clube, larvas como Eduardo Barroso, Bruno de Carvalho e Mário Machado, vermes que por algum motivo fazem parte da vida do Sporting.

Fazer parte disto? Não obrigado ...

To corrupt ideas one must first corrupt language. For the purpose of being looked at in the future.

Thursday, 14 June 2018 · Posted in , , , , ,

Exchange 1.
Randy Miller: Manuel Humberto,

"What does it mean: everyone is entitled to the same climate?"
Wait, so justice just means communism now? WTF is this author on about; ever try googling "climate justice?" It's pretty easy to answer this question. They use adjectives to sub-divide broad categories into more specific categories! What's the world coming to?!

Manuel Humberto:

"What does it mean: everyone is entitled to the same climate?"
Is an (obvious) attempt to ridicule what deserves to be ridiculed. Sneering aside: Justice is a lively construct, an exclusive of sentient creatures, certainly human and probably detectable in other species. There's only two ways to look at justice: i) Used in contexts A, B or C as an adjective — just, righteous, equitable, moral, even, or ii) as a substantive — legal framing; justice as a system of laws applicable to societies and is members.
Climate marries with neither. As "climate justice" means nothing, it can therefore mean anything:

"Climate Justice is working at the intersections of environmental degradation and the racial, social, and economic inequities it perpetuates. Climate Justice is working at the intersections of environmental degradation and the racial, social, and economic inequities it perpetuates. Subtitle: Climate justice is a social justice issue."
Googled, as you've suggested (unnecessarily as the result is but predictable).
At best, climate justice is non-intended linguistic vandalism. Realistically, is just another (successful) attempt to corrupt language and impress the gullible.

Randy Miller: Manuel Humberto, It was an obvious and lame attempt at ridicule. Ultimately, just a strawman. If something deserves ridicule, the author should probably just ridicule the actual ridiculous parts.
If you think it's linguistic vandalism... OK. I have no opinion on that.

.......................................................................................................

Exchange 2.

Michael Kyryliw: The OP is just about recognizing the language used to denigrate animals was applied to blacks by whites with, blatant or subconscious goal of creating difference in order to belittle. It asks us to question language and constructs in race but also how we view other aspects, including species.

Manuel Humberto: When Orwell suggested that even slavery could be sold if labelled "freedom", he was thinking of (well-intended) individuals like Michael.

Michael Kyryliw:

"When Orwell suggested that even slavery could be sold if labelled "freedom", he was thinking of (well-intended) individuals like Michael."
No he wasn't. If so, I'd like for you to prove why your condescension towards me is valid. I'm not an SJW or in this case, an intersectional, but it doesn't mean I can't agree that some of their sociological analysis doesn't have some degree of validity. Also, ironically, since I doubt you're a vegan, you'll somehow try to justify how animals are treated is ok (even though all nutrients can be acquired from plant based sources) and not unjust. You'll argue their enslavement is somehow freedom, lol.
People do view animals as not morally significant and a lot of language designed to insult others is based on animal origins.
Many animal names have been used by whites to denigrate blacks.
That's all this is saying. It isn't arguing for white guilt or other non-sense.
Manuel Humberto, I also take it you're the type to completely dismiss veganism? My anti-death penalty and anti-abortion views led me to veganism and recognizing the strength of the argument from marginal cases.

Manuel Humberto: Michael Kyryliw, I didn't condescend, merely interpreted your comment respecting its integrity (the full meaning you gave it). That is, or was, your agreement to the "ways black veganism is different to" (presumably) your own veganism or the "examination of the norm that considers the white heterosexual male as the ideal being".
I morally view animals as very significant beings.
I eat all animals (meant to be eaten, so to say).
I don't dismiss veganism, although I don't practice it, and there's a very strong case to be made in its favour.
I'm pro-death penalty, unlike many of the sociopaths and psychopaths sentenced to death who are just pro-death, thus inflicting it upon others. I would also (for the sake of example) be pro-rape penalty, just like many of the individuals sentenced to death are pro-rape, thus inflicting it upon their victims.
I don't have a clear stand on abortion. Or, better said, on how it ought to be legally framed. I am pro-choice and reckon that always will be, mainly as I give priority to the mother's wishes over the rights of an unborn human being, but at the same time I haven't any doubts that committing an abortion is factually terminating someone's life. The name for that is murder — it doesn't have another.

Michael Kyryliw:

"I didn't condescend, merely interpreted your comment respecting its integrity (the full meaning you gave it). That is, or was, your agreement to the "ways black veganism is different to" (presumably) your own veganism or the "examination of the norm that considers the white heterosexual male as the ideal being""
Ah, so you completely misinterpreted what this was about, lol. Black veganism vs white veganism is what it was examining and by that it doesn't mean how black and white vegans differ. It was about if one integrates their veganism with wider themes of social justice and makes a connection between how animals are treated and how different races were treated. I don't fully agree they're equal in comparison, but I do see a degree of commonality in the mentalities.
I've dealt with a lot of inter-sectional and SJWs in vegan groups. In fact, that's how I first learned of SJWs and inter-sectionalism 2 years ago. I learned their point of view so I could understand where they're coming from and analyze the degree of validity of their claims. They tend to be far left politically which is where I would clash with them, but I find their sociological analysis to have some validity.

"I morally view animals as very significant beings.
I eat all animals (meant to be eaten, so to say)."
lol..pick one.
Meant to be eaten? That implies they have some designed, inherent purpose. Animals, like humans, exist for their own right. Animals, including humans, have often eaten other animals for survival, but some animals are herbivores and some are omnivores, including those like us that are omnivores who can thrive entirely without animal products. Some are obligatory carnivores that must access nutrients from flesh because of how their body is designed (like cats). We're not obligatory carnivores and science shows we can access all nutrients via plant based sources.
Historically, due to lower crop yields and less developed food science and technology, veganism was very difficult or not viable for much of our history, now, that's not the case.The only thing we can't access from plants is b12 and with technology, that can easily be fortified in foods or supplemented. We've reach the point eating animals isn't about survival, but simple pleasure...and I don't think an entity with higher sentience than some humans should die simply for taste when it isn't needed.
I'm pro-choice legally speaking, but morally, against it.
As for the death penalty, killing people to teach people who kill, not to kill, makes no sense. Studies show there is no deterrent effect, about 4% of death row inmates are later found innocent, and the death penalty is often more costly to apply than life in prison. The death penalty is nothing more than vengeance masquerading as justice.

Manuel Humberto: Michael Kyryliw, thank you for the thoughtful reply.
There's very little to subtract from nonsense, although nonsense (for the fact that is nonsense) can be related to anything, from feminism to black veganism and heterosexual potatoes.
It's not either or. I do both and don't need to pick one. I view all animals as meaningful beings and I eat all animals. I have only some doubts / haven't many doubts that we could go by eating only plants. If that's physiologically or mentally advisable that's a different topic. I agree to "animals, like humans, existing for their own right", one which isn't equivalent to the privilege of not being eaten (by another animals). Were that the case and a significant portion of animal species would go extinct.
I completely understand your stance on abortion.
The point isn't killing people to teach that killing is bad. Only sociopaths and psychopaths would need such type of (fruitless) distinction. The point is to deter unwanted forms of more severe criminal behaviour, mechanism which works, and the point is also to definitely remove societal members who have inflicted it (death) upon others.

Fundamentos de justa causa para a revogação do mandato do conselho directivo do Sporting CP.

Wednesday, 13 June 2018 · Posted in , ,

Revogação tardia, leia-se, literalmente (tardia), já que vistas as rescisões (consumadas) o Sporting não irá recuperar deste tombo. Sinto-me tentado a 'copiar' o documento todo, mas vou-me refrear. Aqui.

28. Independentemente do juízo que venham a merecer as ditas invocações de justa causa, estas tiveram como consequência imediata para o Clube não apenas a perda, pelo menos, de seis jogadores emblemáticos, sendo quatro da formação e dois capitães de equipa.
29. Bem como o não recebimento dos montantes das eventuais transferências que pudessem vir a ser acordadas.
30. Com a especial agravante de quatro destes jogadores estarem a participar na maior montra de futebol do mundo, o mundial de seleções da FIFA, na Rússia, a representar a seleção campeã da Europa.
31. Neste momento o Sporting não tem nenhum jogador a representá-lo na seleção nacional de futebol.

B. Conflitos com os Órgãos Sociais, Sócios e Terceiros [28.o/1, a): 21.o/1, f) e g); 28.o/1, b); 28.o/1, c) dos Estatutos]

32. A actuação do Presidente do Conselho Directivo tem sido de permanente divisionismo dos sócios do Sporting Clube de Portugal.
33. Em vez de se esforçar no sentido de unir pela causa maior que é a dignificação do nome do Clube, tem vindo a criar autênticas guerras contra todos os sócios que, simplesmente, não partilham das suas ideias ou visões.
34. Exemplo paradigmático do afirmado são as situações em que se referiu de forma insultuosa a sócios do Sporting.
35. Classificando-os de “Sportingados”,
36. “Ovelhas”,
37. “Ratos”,
38. Entre outras expressões inaceitáveis.
39. Do mesmo modo, numa das sessões de esclarecimento organizadas pelo Conselho Directivo, um dos sócios acabou por ser publicamente achincalhado pelo seu Presidente apenas por ter colocado de forma respeitosa as questões que gostava de ver esclarecidas.
40. Neste sentido, veja-se ainda a forma, no mínimo, jocosa, como se referiu à manifestação do passado dia 4 de Junho de 2018, na qual se juntaram cerca de 400 adeptos e sócios do Sporting.

Sugestões construtivas

· Posted in

Porque o tempo é de união, porque a união é de aço, porque o aço comanda a vida (Gedeão dixit) e porque quer se possa ou se não possa a vitória será nossa, e também porque o Sporting nunca acabará — decreto real assinado por Filipe I de Portugal  (e II de Espanha) em Agosto de 1587, se o Benfica leva Gelson e Bruno Fernandes, o Sporting tem à sua mercê um belíssimo jogador que deseja sair do FC Porto. Não é Óliver, nem Bruno Fernandes, mas tem atributos muito bons. Trata-se objectivamente de um belíssimo jogador.

Tal, para o caso da Sporting SAD ainda funcionar.

Deixem Bruno de Carvalho trabalhar, malandros!

Bas Dost, apesar do cinto espetado na cabeça, jogaste ou não a final do Jamor? Jogaste.
Meninos mimados, aproveitadores que quando moravam nas barracas não tinham medo de nada e agora fogem de Fernandos Mendes, e de Mustafás, e de claques de drogados armados com bastões, chamaram por acaso o INEM? Não chamaram.
Solicitaram a presença de outros serviços de emergência pré-hospitalar? Não solicitaram.
Terão os militares da GNR do Montijo feito a perseguição a pé dos bandidos pela mata de Alcochete ou prestado assistência aos jogadores e staff do Sporting? Não perseguiram! Não prestaram! Porque não precisavam!
Mas vocês pensam que somos maluquinhos? Acham que o treinador e a equipa teriam ido embora se Jaime Marta Soares não lhes tivesse feito as cabecinhas? Não sejam estúpidos!

Muito bem J. Jesus, R. Patrício, D. Podence, e W. Carvalho. Seguir-se-ão outros.

Como Gelson e Bruno Fernandes (se é que já não o fizeram).

Barricado até que os tribunais o tirem de lá, permanecendo B. de Carvalho no Sporting, o meu desejo é que (pelo menos) os melhores jogadores do clube tratem da sua vida sem hesitações.

A má moeda expulsa a boa moeda. Sempre foi. Sempre será.

“Para chegar a este estado de coisas muito se passou.” Fala P. Barbosa.

“Infelizmente as pessoas têm a memória muito curta no futebol. Para chegar a este estado de coisas muito se passou. Olhando particularmente para o Rui Patrício, muita coisa teve de se passar, com toda a certeza. Aliás, nas 34 páginas está ali muito do que ele e a equipa do Sporting viveram. O Rui é claramente um símbolo do Sporting … e sai desta forma. São mais de 40 mil minutos, 467 jogos … tudo o que possamos dizer sobre ele é pouco, em comparação com o que ele deu ao clube.” — Pedro Barbosa

Grande Rui Patrício. Desejo-te evidentemente no Benfica.

Friday, 1 June 2018 · Posted in

Para o mal e para o mal, não existindo dois Sporting, para toda e qualquer circunstância, por vontade dos seus sócios e generalidade dos simpatizantes (por duas vezes), o Sporting de Carvalho é o Sporting Clube de Portugal, e o Sporting tal como se apresenta é um clube (generalização) de índole má, dirigido (generalização) por gente má e suportado na sua generalidade por gente miserável (adeptos).  Em dose menos frequente, em especial nos últimos 30 anos, é também um clube (generalização) de técnicos e atletas dedicados e de qualidade indiscutível, sendo graças a eles e só a eles que o clube acumula uma ilustre história que em Portugal não tem rival. Mas a história está para trás e o carácter de um atleta, seja ele qual for, independentemente do seu estatuto, jamais se definirá por fazer tudo aquilo que interessa ao clube que representa, com positiva indiferença pelo estatuto desse clube. Assim é, em especial, se o clube for o Sporting, instituição que exibe dificuldades  no relacionamento com os seus futebolistas (muito mais do que assinatura de contratos e questões legais) demasiado frequentes. Habituais. Apesar de recorrentes e apesar do denominador comum em todos os casos ser o Sporting, muitos adeptos ainda acreditam na tese que persistentemente vê os jogadores como 'mercenários', 'sem-carácter', 'culpados' ou 'profissionais rotativos' (Bruno de Carvalho dixit).

Em Rui Patrício, olhado o que diz, confirmando o que alguns já sabiam a respeito dos incidentes na recepção ao Benfica, melhor do que uma rescisão unilateral do contrato que o liga ao Sporting só a ida para um clube melhor de um campeonato melhor (que lute por títulos). Não sendo possível e já que Casillas renovou recentemente com o FCP, o destino natural  do guarda-redes da selecção Nacional é o Benfica. Claro é, em referência ao contrato, desde que o Benfica o saiba valorizar. Isto é, desde que o Benfica pague bem.

É garantido que poucos (mas bons) sportinguistas saberão sempre separar o trigo do joio e desejar a Rui Patrício a felicidade que merece enquanto atleta.

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