No que ao Sporting respeita: Inaugurado em Março de 2011, encerrado em Maio de 2014, reaberto sob o mesmo nome mas diferente endereço em Agosto de 2016, é este um pequeno e doméstico espaço onde se olha o passado, o presente e o futuro da maior potência desportiva Nacional.
O melhor do clube são as pessoas, mas não são quaisquer pessoas. Foram os nossos fundadores, atletas e treinadores. É a nossa história. O clube não és tu, não sou eu, nem «somos nós». São eles. As mensagens que publicarmos evidenciarão esse intuito, versando sobre a instituição, a sua notável história, acumulado de feitos presentes e passados, proeminentes homens que a serviram e ergueram, cumprimentando as suas memórias mas mais importante, preservando a sua autoridade, ainda que não vivam entre nós.
Ademais: Este é um blogue pessoal no qual se vêem analisados outros temas.

On November 2, 2004, aged 47, Theo V. Gogh was barbarically murdered in broad daylight, in Amsterdam, for the short film Submission (2004) he produced with Somali-born writer and activist (ex-Muslim) Ayaan Hirsi Ali. This documentary highlighted the disgraceful and outrageous abuse of Muslim women by Muslim men in Europe. Mohammed Bouyeri, second-generation Dutch-Moroccan Muslim, slit Van Gogh's throat and attempted to decapitate him before stabbing his chest killing him on the spot. Attached to Van Gogh's body, a letter was left behind promising a similar fate to Ayaan Hirsi Ali.

13 years passed, we should question whether any lessons were learned from the event. While Islam's inherent oppression and objectification of women remain two of the most evident calls for many Muslim men living in and outside the Islamic world, many Europeans not only fail to recognise it but keep satisfying and appeasing an abominable ideology and religion. Simultaneously, some of those who do recognise it and revolt, rise up against the wrong targets.

“One should not evoke violence by acting fearful.”
— Theo Van Gogh, [b: 23 July, 1957, The Hague; d: 2 November, 2004, Amsterdam]
“With some friends, you don't need enemies.”


Diz quem o viu jogar, o melhor jogador de origem Moçambicana na história do futebol português―e dos futebóis Europeu e mundial, por arrasto. A 22 de Maio de 1955 num Portugal VS Inglaterra jogado na Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta Porto, no rescaldo da partida o jornal inglês 'Daily Sketch' escreveria:

“Sempre sorridente, natural de Moçambique, África Oriental Portuguesa, é esta noite o rei do futebol português. Em Moçambique foi-lhe dado o nome de Lucas da Fonseca, mas há muito tempo já que ninguém se preocupa com isso. Passaram a chamar-lhe Matateu―um cognome que significa “A Oitava Maravilha do Mundo”―desde que começou a driblar como um mago e a chutar como um canhão. E foi essa oitava maravilha do Mundo do futebol, que rebaixou e humilhou, esta noite, uma Inglaterra destroçada e “groggy”, dando a Portugal a sua primeira vitória sobre nós.”

O jornal acrescentaria: “À parte Matthews, não tivemos um avançado digno de atacar as botas de Matateu”. Sem menos: “A 8ª maravilha do mundo”.

Décadas mais tarde chegariam Chiquinho Conde e Paíto. E pelo meio nomes fundamentais como Hilário, Coluna ou Eusébio, entre outros.

Para quem, como eu, começou a 'beber' Sporting e futebol no princípio e ao longo dos anos 90, a palavra 'Guimarães' tinha / teve / tem / terá sempre um som mais ou menos poderoso. Independentemente do contexto e da relação de força entre os clubes época a época, uma deslocação ao D. Afonso Henriques encerrava para os 3 'grandes' uma forte probabilidade de perda de pontos, probabilidade essa superior—como a recordo—às muito difíceis deslocações ao Bessa e aos Barreiros. Para o Sporting, uma recepção ao V. Guimarães traduzia-se invariavelmente num grande jogo de futebol. Guimarães foi / era sinónimo de futebol de qualidade, qualidade subtraída dos 5 ou 6 jogadores tecnicamente muito fortes que as suas equipas (Guimarães) quase-sempre exibiam. Em casa, empurrados pelos adeptos e pela aura 'conquistadora' ou mentalidade de um clube 'obrigado' a vencer, aliavam à qualidade um desejo tão forte que nem grandes equipas Europeias do tempo (anos 90) saíam de Guimarães ilesas. Sem exagero: José Carlos, Pedro Barbosa, Zahovic, Vitor Paneira, Capucho, Gilmar, Milovanović, David Paas e outros confirmam-no.

Em todo o caso, recordo, recordarei, festejar a vitória não do Guimarães mas da equipa de Capucho frente ao Parma como se uma vitória do Sporting se tratasse. Sem menos. Parma de Buffon, Sensini, Baggio, Zola e Chiesa. Grande noite, grande jogo de futebol, na época em que o Vitória venceu o Benfica duas vezes, em Guimarães e na Luz (Vitor Paneira fez um dos golos). Naquele tempo qualquer equipa (de matraquilhos) vencia o Benfica mas João Vieira Pinto, Michel Preud'Homme e Bermúdez lembravam-nos que (ainda) estava ali qualquer coisa temível (à excepção destes tratava-se de um Benfica no mínimo engraçado ...).

Hoje o Vitória não tem os jogadores que já teve. Os tempos são outros. E o Sporting também regrediu. Nos terrenos pisados por Naybet e Marco Aurélio hoje temos Coates e Semedo (ou outros), sem desprezo pelos jogadores e pelo carácter internacional das suas carreiras. Não temos Pedro Barbosa nem Ricardo Sá Pinto mas Alan Ruiz e Bruno César, novamente, sem desprezo pelos últimos. Muito importante, hoje não temos o melhor avançado do mundo em 1995. Temos Bas Dost que ...
Por outro lado, temos William, muito felizmente, onde outrora, típica paisagem porque à beira-mar plantada, também tivemos Oceano.
Ao nível de jogadores estamos inquestionavelmente mais fracos, por um e só por um motivo: antigamente tínhamos mercado interno. Hoje, temos acumulado de disparates. Por conseguinte, temos muito pouco. E o que temos não nos pertence.
Em último caso, sê bem vindo Fábio Coentrão. Tenhas muito sucesso porque a qualidade do teu futebol, em si mesma, é garantida. Veremos se terá uma expressão relevante em tempo de utilização, e o impacto no rendimento da equipa ...

À imagem do que fizera em França num Europeu no qual Portugal foi uma equipa perfeitamente sofrível e detestável, e à semelhança das reacções que essa vitória despoletou, na sequência de mais um torneio marcado pela banalidade, não deixam de surpreender as recorrentes tentativas de mascarar mediocridade com substantivos como pragmatismo e eficácia. Podendo estar enganado, o futebol não merece tanta importância que se torne complicado reconhecer uma equipa ou neste caso uma selecção que mais não vai exibindo do que um redondo nada.

A desculpar a banalidade da participação Lusa nesta prova, e em paralelo à ideia transmitida em 2016 de que a vitória Portuguesa no campeonato da Europa, por algum motivo, adquirira proporções de um feito extraordinário, relativamente ao poderio de outras selecções, vemos frequentemente apontado o facto das nossas prestações se verem alicerçadas num socorro a poucos recursos.

Em França 2016, tal como para a Rússia 2017, em face da equipa portuguesa reunir, em simultâneo, aquele que é considerado um dos melhores guarda-redes da Europa (Rui Patrício), um (mais do que uma vez) campeão Europeu pelo Real Madrid no centro da sua defesa, um jogador muito especial como Raphaël Guerreiro a alinhar naturalmente numa das melhores equipas da Europa, médios―em tempos, ou agora―a alinhar ou cobiçados pelas melhores equipas da Europa como William Carvalho, André Gomes, João Moutinho, R. Sanches, Bernardo Silva, Adrien Silva ou Pizzi, somados a jogadores de qualidade acima de qualquer suspeita como Gelson Martins, André Silva, Nani ou Ricardo Quaresma ... os mesmos que diariamente sustentam a existência de tanta qualidade conseguem invariavelmente interpretar a selecção Portuguesa como uma 'outsider' nos torneios em que participa.

Logicamente, a toda esta qualidade deverá ainda somar aquele que é, no espírito de tanta gente, o melhor jogador do planeta.

Encontra algum problema nesta narrativa?

Once religion isn't a civil right, such as voting, but a nearly hereditary trait, the hypothesis of having a minimum age to choose a religion is at best unrealistic (link). Don't mind 'hereditary' too much—rather the fact it isn't a right. We can almost drop religion onto the same category of personal names and nationalities, a group of characteristics determined before we are born. As such, given 99.9% of the religious horde shares, from birth, the belief system of their progenitors, without having a word in the process, unless we were to tell what people should or shouldn't do in the privacy of their homes, there isn't a way to prohibit the acquiring of a religious faith before any given age. (A way that I can think of, that is.)

On a different perspective, the hypothesis of having a minimum age to choose a religion would be the same as asking: 'What do you reckon is the best time of your life to have one from the following five: i) breast, brain and throat cancer (simultaneously, for Islam), ii) HIV or malaria (Christianity), iii) Ebola (Hinduism), iv) herpes and meningitis (Judaism), or v) extreme bad luck and a chronic toothache (for the Amish, Scientology and smaller groups of the sort). Anytime is evidently the wrong time.

One of the few certainties we have is about the parents of the children being indoctrinated: They're bad parents. We don't need to be polite about this: They're bad parents. Presenting a religious belief to infants who will necessarily accept it as truth, taking the word of their parents as children always do while their own brains haven't yet matured, is something only bad parents do.


Celebramos hoje, com o país, a fundação da melhor e mais bonita instituição desportiva do nosso país. Celebramos um clube nascido em 1906, responsável pela reunião e pela materialização do espírito que iluminou Portugal em 1902. Do Sport Clube de Belas dos Francisco da Ponte e Horta Gavazzo, e José Maria da Ponte e Horta Gavazzo―irmãos, ao Campo Grande Football Club fundado em 1904 por responsabilidade dos mesmos irmãos, de José Alvalade e de outros, um passo curto bastou para que estas personalidades se conciliassem, em 1906, com ainda outras, no então fundado Sporting Clube de Portugal, a nobre instituição que se tornaria por influência do seu pai e fundador, José Alvalade, no mais importante, bem-sucedido e honrado clube português de todos os tempos, sumarizado hoje pelo apropriado título de maior potência desportiva Nacional.

Compreender o Sporting Clube de Portugal será, então, viajar aos princípios do século passado,  até Belas, altura em que os jovens deste clube se deslocaram a Sintra a fim de defrontar uma equipa mista de Ingleses e Portugueses, uma histórica partida onde estiveram naquela tarde, a 26 de Agosto de 1902, sentados na tribuna do campo de jogo ninguém menos que Sua Majestade Fidelíssima o Rei D. Carlos de Portugal, Sua Majestade a Rainha D. Amélia―nascida em Richmond upon-Thames―e Sua Alteza Real o Infante D. Manuel, 2º filho do casal com então 12 anos de idade e que na sequência do regicídio de 1908, ocuparia o trono enquanto 35º Rei de Portugal.

Na baliza, guardião do Reino, um dos mais importantes nomes do Portugal de então, extraordinário fundador do Sport Clube de Belas em 1902 e fundador do Sporting Clube de Portugal em 1906:

Francisco da Ponte e Horta Gavazzo

Honra aos fundadores do SC Belas:

. Francisco da Ponte e Horta Gavazzo (guarda-redes)
. José Maria da Ponte e Horta Gavazzo (médio)
. Alberto Machado (avançado)
. Henrique Machado
. Armando Gonçalves da Cunha Ferreira
. João da Cunha Ferreira
. Pedro Jorge (médio)
. António Jorge (avançado)
. Alfredo de Oliveira Belo (médio)
. António Bebiano
. Artur Bebiano (avançado)
. Artur da Cunha Lemos
. José da Cunha Lemos
. Eduardo Luís Pinto Basto (defesa e capitão)
. Fernando Pinto Basto (avançado)
. Fernando de Sousa Coutinho
. José Luís Coutinho
. Hermano Alves Braga (avançado)
. Raúl Aboim (Idanha)
. Rodolfo Futscher Ferreira e Malheiro (da farmácia de Belas)

Nascera desta forma o sportinguismo, com o Sport Club de Belas a derrotar a equipa adversária por 3 golos sem resposta e a receber das mãos do Rei D. Carlos o prémio da vitória, ‘um estojo em forma de peso de 50 quilos, niquelado, contendo um licoreiro. O que fizeram os sportinguistas aos louros da vitória? Cumprindo o dever de qualquer sportinguista convidaram os seus adversários para um reencontro, numa tarde épica para o país que além de futebol contemplou provas de ciclismo, sacos e corridas. Depois do evento, reza a história, continuou a grupo a reunir de forma esporádica na Tapada da Ajuda, observado de perto tanto por Sua Alteza Real o Príncipe D. Luís Filipe―Duque de Bragança, 1º filho do Rei D. Carlos e da Rainha D. Amélia―como pelo Infante D. Manuel que como vimos estara na tribuna do jogo em Sintra, notável grupo de praticantes que se espalhara entretanto para Alcântara com a entrada dos novos sportinguistas ...

. Álvaro da Fonseca,
. Carlos da Câmara Leme
. Raúl Leme
. Carlos Santos
. Jorge Sabugosa (conde de Murça)
. Manuel Galveias (conde da Lapa)
. Pedro Galveias
. Pedro Sabugosa

... permanecendo desta forma até 1904, altura em que foi decidido, em razão da maioria dos aderentes residir no Campo Grande, a evolução do Sport Clube de Belas para Campo Grande Football Club. O primeiro findaria a sua actividade surgindo pela primeira vez em palco dois nomes fundamentais na história do sportinguismo:

José Alvalade,
José Stromp, [filho primogénito e irmão mais velho de Francisco Stromp (2º) e António Stromp (3º)] ... que aliados a personalidades do movimento inicial ou a outras que o tempo juntou:

. Frederico Kohn
. Alberto Lamarão
. António Félix da Costa Júnior
. Carlos Bon de Sousa Carneiro
. Eduardo Mendonça
. Fernando Barbosa
. Frederico Seguro Ferreira
. Carlos da Motta Marques
. Fernando da Motta Marques
. Ayres Valdez Pinto da Cunha
. António Stromp
. Francisco Stromp
. Augusto Carlos Seguro
. Eduardo Valdez Pinto da Cunha
. Vasco Sabrosa
. Francisco Sotto Mayor
. Eduardo Mendonça
. Sérgio Geraldes Barba
. Júlio Nóbrega de Lima (Fritz)
. José Seguro Borges de Castro
. Fernando Barbosa
. Fernando Pinto Basto
. John Scarlett

... entre 1904 e 1906, a pedido do seu neto e de Francisco Gavazzo, mantiveram actividade num clube dirigido pelo avô de José Alvalade, Campo Grande Football Club, responsável pela promoção do ténis, competições de esgrima, jogos de futebol, festas dançantes, diversas provas femininas, corridas para senhoras e homens, provas de saltos e outras.
A sede do clube funcionava nada menos que no quarto de Francisco Gavazzo e foi esta a instituição que aboliu, em Portugal, o preconceito de que o desporto deveria ver-se praticado só por homens. Foi um clube de mulheres e de homens, a dose de boa sociedade que entre donzelas e cavalheiros reuniu as jovens irmãs de Frederico e de José Gavazzo, bem como as irmãs de José Alvalade.
E o restante bom, todos mais ou menos conhecem: os fenomenais irmãos Stromp, José Alvalade e os irmãos Gavazzo (responsáveis pela génese Sportinguista de 1902), «cansados do excesso de festas», separaram-se do clube fundado em 1904 e deram início à fabulosa Epopeia que veria o Sporting Club de Portugal tornar-se no mais digno, bem-sucedido e titulado clube em Portugal. 2º em toda a Europa.

Honra, por isso, ao grupo de 19 fundadores do Sporting Clube de Portugal ...

. José Alfredo Holtreman Roquette (José Alvalade)
. José Maria da Ponte e Horta Gavazzo
. Frederico Seguro Ferreira
. Alfredo Augusto das Neves Holtreman (Visconde de Alvalade)
. Fernando Soares Cardoso Barbosa
. José Stromp
. Henrique d’ Almeida Leite Júnior
. John Henrique Scarlett
. Eduardo Francisco Quintela de Mendonça
. Afonso Botelho
. António Stromp
. Augusto Barjona de Freitas
. Augusto Carlos Cruz Seguro
. Francisco da Ponte e Horta Gavazzo
. Francisco Stromp
. Sérgio Rolin Geraldes Barba
. José Seguro Borges de Castro
. José Cordeiro Ferreira Roquette
. João Serrão de Moura

... onde José Gavazzo, por carta endereçada a seu irmão Francisco, datada de 18 de Maio de 1906, antecipa que a estes juntar-se-iam outros. O grupo reúne pela primeira vez em Assembleia Geral a 08 de Maio de 1906, reunião na qual o fundador [e não o seu Avô como infelizmente vejo por aí] exprimiu por palavras a ilustre e notável premonição, presságio de um visionário:

‘Queremos que o Sporting seja um grande Clube,
tão grande como os maiores da Europa’

Tratou-se este de um grito tão profundo e convicto do jovem de 21 anos que foi seu desejo chamar o clube de Grande Sporting Clube de Portugal. Não tendo sido essa a designação encontrada, só na Assembleia Geral de 01 Julho do mesmo ano achámos aquela que quase perdura: Sporting Club de Portugal. Mais tarde, em 1920, também em Assembleia Geral, foi por António Nunes Soares Júnior proposto e aprovado considerar a data de 01 Julho de 1906 como a de fundação, «na rigorosa defesa da verdade», uma verdade por poucos não surpreendentemente pouco imitada..

Na intransigente defesa da verdade, pois bem, data que celebramos.

Capítulo I dos 1ºs Estatutos do Sporting Club de Portugal, 1907,
‘Natureza da associação e seus intuitos’, pode ler o Artigo 1º,
Sporting Club de Portugal, é o título d' uma associação composta d' individuos d' ambos os sexos de boa sociedade e conduta irrepreensível.

O Sporting é, e será sempre, superior aos quase 19 000 títulos que ostenta, superior ao extenso universo de ouro, prata e bronze Olímpicos exibido pelas suas vitrinas, superior às 18 Taças dos Clubes Campeões Europeus e às 26 competições Europeias até hoje alcançadas pelas suas equipas seniores, femininas e masculinas, e, superior, até, aos fundamentos ecléticos na génese da sua orientação desportiva, uma que deverá ser sempre respeitada. Este clube viu-se fundado por mulheres e homens honrados que sabiam desde a primeira hora o que queriam.
A todos eles a nossa modesta vénia e profundo obrigado.
O clube que hoje amo é infinitamente vasto e rico mas o clube que eles no seu tempo fundaram foi incomparavelmente melhor, porque teve-os. Honrar e reforçar, por isso, na melhor medida das nossas qualidades a herança que nos deixaram será o melhor tributo que lhes poderemos prestar, uma tarefa que se cumpre todos os dias.

Imagem / fotografia de Francisco da Ponte e Horta Gavazzo,
Centenário Sporting, Capitulo XI, Pré-História e Fundação

Imagem / fotografia do último programa de festas do Campo Grande Football Club,
Centenário Sporting, Capitulo XI, Pré-História e Fundação

You'd think that raping children (link) makes at least half of the 'résumé' of any cleric climbing the ranks of the Roman Catholic Church, with the other half consisting of intrinsic dishonesty. But god doesn't sleep and neither does 'Jorge', nowadays known as 'Pope Francis', St.Peter reincarnated, no less, and possessor of the keys of heaven (that's impressive too), carrying out afresh god's most notorious sentence: the leave of absence. The raped children and their families feel appreciative ...

Slippery divine lube

Posted on

Thursday, 29 June 2017

Category

,

14 Campeonatos Nacionais,
1990/91, 1992/93, 1993/94, 1994/95, 1998/99, 2000/01, 2003/04, 2005/06, 2009/10, 2010/11, 2012/13, 2013/14, 2015/16, 2016/17

5 Taças de Portugal, 2005/06, 2007/08, 2010/11, 2012/13, 2015/16

6 Supertaças, 2001, 2004, 2008, 2010, 2013, 2014

2 Taças da Liga, 2015/16, 2016/17


Vice-campeão UEFA Futsal Cup, 2010/11, 2016/17
[Na imagem uma homenagem, João Benedito]

Dinis, Joaquim António.
1 de Dezembro de 1947, Luanda - Angola.

Sporting Clube de Portugal: 1969/70 - 1974/75
FC Porto: 1975/76 - 1976/77
UD Leiria: 1978/79 - 1979/80
Depois de 6 épocas no Sporting e uma passagem apagada pelo FC Porto, com o advento e subsequentes dinâmicas do 25 de Abril, Dinis deixou o país e regressou a Angola a fim de colaborar na reconstrução de uma nação que se afirmara independente.
Voltaria a Portugal onde tiraria o curso de treinador e ajudaria, em simultâneo, a U. D. de Leiria a regressar à primeira divisão do futebol português.

É desde 2011 embaixador do Sporting Clube de Portugal em Angola.


Final da Taça de Portugal da época 1970/71, Estádio Nacional, Jamor ― Dinis, Nélson Fernandes, Chico, Eusébio (para o Benfica) e novamente Chico: 4-1 para o Sporting e o resultado mais dilatado na história das finais desta competição entre as duas equipas.

No fim da partida e com um Benfica perfeitamente de rastos, a análise foi unânime em considerar os 4-1 um resultado demasiado curto para um futebol absolutamente demolidor ao qual Eusébio e Humberto Coelho nunca conseguiram dar resposta.

Sporting Clube de Portugal - 4
Salazar / Benfica / Regime / Guerra Colonial - 1

Search This Blog