“A substância fundamental do progresso desportivo do Sporting é um fogo clubista que incessantemente se acende. É o suporte de vida do espírito leonino; é uma matéria viva ...”


No que ao Sporting respeita: Inaugurado em Março de 2011, encerrado em Maio de 2014, reaberto sob o mesmo nome mas diferente endereço em Agosto de 2016, é este um pequeno e doméstico espaço onde se olha o passado, o presente e o futuro da maior potência desportiva Nacional.
Ademais: Este é um blogue pessoal no qual se vêem analisados outros temas, bem como um depósito para comentários sobre diversos tópicos que vou deixando um pouco por toda a parte.
Para deixar um comentário: Clica no título do respectivo 'post' (à direita do texto). Alternativamente, usa a tua conta do FB. Regras superficiais de utilização: Emprega bom-senso.

Depois da pouco extraordinária, já que habitual, vitória na supertaça Nacional de futsal frente ao SL Benfica [à qual se juntou uma nova vitória para o campeonato, link], foi hoje a vez do bilhar leonino agraciar o país com uma estrondosa conquista numa das mais importantes disciplinas do desporto Nacional na variante de carambola, 3 tabelas, também na supertaça mas desta feita frente ao nada mais, nada menos, do que actual campeão Europeu na modalidade—FC Porto (link).

Esta informação foi-nos como sempre trazida pelo fantástico Henrique Salgado.

Encontre pela frente os fregueses / cabeçudos do costume (SL Benfica) ou os campeões Europeus em título (FC Porto), ninguém interrompe a avassaladora marcha da máquina trituradora de títulos que dá pelo nome de Sporting Clube de Portugal.
As equipas femininas e masculinas do Sporting somam agora 22 136 títulos em todas as modalidades desportivas desde o dia em que a instituição se viu  fundada.
Na imagem uma homenagem a um dos mais talentosos bilharistas Europeus de todos os tempos, Jorge Theriaga.

Não tenho grandes (quaisquer) dúvidas que o Sporting se apresentará a um bom nível amanhã frente ao FC Porto. Jogos difíceis mas especiais como este são nalguma medida menos complicados relativamente a visitas à Madeira, Braga, Vila do Conde ou outros estádios do nosso campeonato. Assim será ainda que tenhamos pela frente um adversário que respira qualidade e confiança, uma que se traduzirá em boa pressão a seu favor. Em todo o caso, para os jogadores do Sporting, não existirá motivação e prazer maiores do que jogar em Alvalade frente ao FC Porto um encontro que decidirá o líder do campeonato à entrada para a 9ª jornada da prova. Jorge Jesus não terá sobre esta matéria, psicologia, muito com que se preocupar ou tempo a gastar, estando à partida garantidas as condições indispensáveis para que façamos um bom jogo, especialmente se tivermos a felicidade e a necessária qualidade para fazer o 1º golo. Ambas (qualidade e felicidade) são necessárias. Se o 1º golo e o avanço no marcador pesa bastante em quase todos os jogos, nos desafios entre grandes, nos clássicos, esse peso é incomparavelmente maior.

Logicamente, a boa psicologia para a qual contribuirão o factor casa (Sporting) bem como uma estrondosa vitória / goleada no Mónaco e 21 pontos em 7 jogos (FCP), só serão (Sporting) relevantes se a equipa exibir as qualidades que por norma exibe neste tipo de encontros, quando são estes os jogos nos quais Jorge Jesus se assume como um actor extraordinariamente importante. Porquê?

Será o lado estratégico a funcionar’, e nele o Sporting levará sempre vantagem e assumir-se-á como uma equipa superior ao excelente FC Porto. (Ou assim se espera.) Não porque Sérgio Conceição faça alguma coisa mal feita mas porque o Sporting tem um treinador muito especial.

Maldini, como sempre, explica (link).

Religious believers need freedom to exercise their delusions in the privacy of their homes, no arguing there, but they're also in need of regular mental check-ups just like any other delusional folk, irrespective of nature. Mental health isn't a joke and should be taken seriously.
Prager might also wanna meditate upon the differences between faith and belief. Faith can be many things: Faith in goodness, humanity, friendship, cooperation, a bright future, decency. None of which relating to religion. A belief on the other hand isn't abstract but rather concrete, as the name self-evidently suggests. And religious belief isn't the exercise of wishful thinking, something which properly framed can actually be good. A religious belief is the announcement of knowing something which believers cannot obviously know: The existence of a God and that such God speaks / has spoken through revelation.

Only loons and / or brainwashed individuals hold such beliefs. Only pathetic and arrogant loons expect to be taken seriously for it.

Different bottles

Posted on

Friday, 18 August 2017

Category

,

“Apercebi-me duma equipa unida, inspirada, com fome de jogadas, com sede de golos, a respirar qualidade. Que quer que lhe diga? Recebi uma 'SMS' a dizer que a manter-se o ritmo da 1ª parte, cito, na 2ª marcávamos pelo menos 4 vezes, por isso está a ver, e eu sei que é fácil perguntar mas não foi a Joana quem enviou a 'SMS', por isso estou perfeitamente à vontade. Desejo que o Steaua dê mais luta na Roménia.” Foi este o comentário em «off» do presidente do Sporting quando questionado se a eliminatória ficara em risco após o nulo de ontem à noite.

Não sendo extraordinariamente importante que o Sporting se apure para a fase de grupos da LC (apurando-se é bom já que poderá realizar receita extraordinária; não se apurando é bom porque jogará uma competição Europeia mais condizente com o plantel que formou), com pena por jogadores como Podence ou Gelson, uma vez que o destino desta época se traçou no último mês e meio, chato mesmo é ver um jogador como William assinar pelo West Ham. Isso sim é decepcionante ...

Noutra toada, fala quem sabe.

Never had the Czech tank (doesn't look the least appealing) and as for the Comet, after I 3-marked it, haven't touched it in more than 2 years. To be honest I would never play it nowadays. Pretty sure it can't perform the way it used to before all the new tanks that were introduced and the armour buffs many in the meantime received. But that's one of the reasons I wanted / want the Leo: It will satisfy some of the Comet nostalgia, even not being as good as it seems, while I perfectly trust your word that it isn't. Worst possible scenario the 105mm should give it something new relatively to other tanks, even if it's an under-performing gun.
__________________________________
Having better gun (handling) than that of the Comet suggests the tank is very playable, as long as it doesn't see itself punished by the MM. The Comet was one of those tanks that forced a generous premium ammo load-out, which would then be either used or not depending on the match-ups (facing IS-3, IS-6 and things of the sort). And even non-very armoured tanks such as the T29 were more than enough to easily challenge the Comet's regular pen. Imagine now with all the armoured heavies that were introduced and crappy tier VIII mediums such as the mod-1. Tanks like the Comet are completely outdated and tanks like the Leo should struggle (as you're saying). I really hope they go forward with the necessary buffs to the British tier VIII mediums turrets but for many tier VII those will be difficult to cope with. I'm looking forward to it because of the fond memories of the Comet, as I've said. It will be fun but not necessarily competitive. (Although I hope that it is.)
I will probably use both guns but the 75mm should be superior to the 105.
________________________________
ST-1 (one) or ST-I (i). As doubts were raised as to the correct designation of the tier IX Russian HT ST-I, I'll share with you a conclusive answer referring to the original Russian article on the vehicle. Without confusion: The correct designation is CT-1, which should be read ST-1 (one). According to the article, there was a project for a CT-2 tank, which explains the different titles on the drawings / prints available on the web. As it is, «Es-te-ii» would translate into Cyrillic «CT-И», which can't be found in any designation of the tank. Why would Cyrillic and Latin characters associate under such designation? They wouldn't. Obviously, Russian can use both Arabic and Roman numerals at random. The author of the following video, for example, has written the title «CT-I». However, throughout the video he refers to the tank as CT-1, «Es-Te-Odin». Thus, the vehicle's designation (project) is CT-1, read ST-1, and not ST-I.
Hope this will clarify the doubts.
_________________________________
Crew training, the Swedish line and the pay-to-play element.
Pay-to-win being premium ammo and rations but let's keep it away from the topic.
When I had no idea the following had been offered to us, nor that I had a premium tier II light tank in my garage (L-60, if I'm not mistaken), after finding a 100% Swedish crew with brothers-in-arms I've decided 5 days ago to start grinding the Swedish line, not so much for the tiers VIII and IX auto-loaders, although they look pretty powerful, but for the Leo and its resemblances with the British Comet. As with every other non-premium user (I will presume there are plenty of us), there is no skipping tanks, there isn't having equipment in all of the tanks we have, there isn't obviously the use of rations nor premium-ammo spamming and, more importantly: There isn't retraining crews with gold nor buying crew-members with gold. Grinding lines and training crews are done from scratch, something which isn't all that of a nightmare in case the tiers V and VI aren't all that unplayable. Unfortunately, this seems to be the case for the Swedish t. V (I hope I'm mistaken), while the t. VI looks very decent so despite the chaotic nature of the tier it shouldn't be too painful grinding it. Painful, however, is rolling with 75% and 80% crews regardless of the tier(s).
The experiment was very simple:
Seeing how long it would take to train a crew to 100% in a low tier tank before the line changes (never mind 6th sense). For Sweden that is tiers III to IV where lights become mediums. Starting with a 75% / 80% crew in a t. III, it has taken thus far 88 matches to see it reaching 99%. For 100% it will roughly take 7 to 9 more. That is nearly 100 games just to get a crew to 100%, when a 100% crew is the minimum requirement for any given tank to become playable. How long would have taken for a premium-time user to train the same crew? I'll assume more or less 40 games. This is actually a very significant difference and one I wasn't aware until now. This is also the only element making worthwhile having a premium account.
___________________________________
1 - To make the distinction for the pay-to-play description in the title. Pay-to-win obviously exists but that's fine. (For me at least.) Or it isn't fine but I'm not interested in discussing it at this point. I'm instead speaking of playing any given tank to a minimum standard of enjoyment when for that it is necessary having a 100% crew.
2 - I seriously doubt it will take you 120 games to train a crew with a premium account. If I remember correctly the commander and driver started off with less than 90%, and that's because I was initially gonna do it in the t. II. It didn't take however more than 2 or 3 games to see that would give me cancer. So I had to drop percentage putting that very same crew in the t. III and start afresh. For the Swedish line it is necessary recruiting a loader as it didn't come with the 100% bothers-in-arms crew I mentioned above. The loader starts therefore with 75% / 80% or whatever it is. 88 games to reach 99% and 100 or-so games to reach 100%. I'm therefore very sure it wouldn't take you 120 games to do it with a premium account, although I can't unfortunately disprove you as I don't have nor will I pay (ever) for premium account.
_______________________________________
But it does and I wasn't aware of it as well. No one (except new players) grinds crews in low-tier tanks. 30-odd games should be enough in a tier VI or VII, possibly, I'm not too sure. Without premium account. Never paid attention to it.
_________________________________
To know how long it takes to bring a crew to 100% in a tank below tier V or VI it takes doing it, at least once.
Reading and interpreting is hard for some people—congratulations, you're one.
______________________________
Crews and others: Premium ammo, avoiding stock modules (guns and turret) and one consumable in particular (rations) are the most obvious.
I don't have a doubt in my mind that you wouldn't notice a 75% crew in comparison to a 100% one.
Reread the thread—only suggestion I can offer you. Although I doubt it will help you.
______________________________
It's more lack of will of wasting time with simultaneously clueless and shouting damsels in distress anymore than the necessary.
_____________________________
You didn't, nor did anyone else. You're instead trying hard / crying for attention and failing miserably at it. But by all means keep trying, I can't stop you.
_____________________________
Not so. Non-premium account players are much more restricted as to the tanks they can play and how they can address a line altogether.
It isn't so much a case of being upset. Rather recognising the evident gap between profit and balance. Profit is the goal of any private company which is fine, but when the gap is not only notorious but one (imbalance) is deeply encouraged for the sake of profit, I choose not to reward such policy. Strictly: The 8 Euros per month are — as stated in a comment above — a rational investment. "I honestly believe that playing tier 8 (plus) on a standard account isn't really an option, maybe it was a while back but not now." — Your assessment is correct and any knowledgeable player will agree to it.
___________________________
The point remains awfully simple: It takes far too long bringing a crew to normal (100% base) standards without spending gold. It also follows the assumption that a premium account may reduce that time drastically (still for those who don't retrain / recruit crews with gold). Only premium-time players can support such claim.
The corollary is also very simple: Crews and stock modules should be reworked. Every tank should come with a non-skilled / non-perked 100% crew. Stock modules should be rethought not to render any given tank useless. There are stock tanks that are perfectly playable. Many however aren't.
____________________________
In very simple terms and if by the end you cannot see the difference, you never will:
1) Pay-to-win relates to the elements offering advantages over others from the willingness to spend money on the game (Not all as some players get it from their clans but a majority doesn't—they buy them from the Premium Shop): Premium time and Gold. And that is the only way you can regularly sustain premium ammo usage and 20 000 credits-per-game consumables. I would argue—every time—that large repair kits and even automatic fire extinguishers are to an extent easily overlooked. However, rations aren't. They do in fact offer a significant in-game advantage and that's the reason why some tanks will shine using them and feel short without.
2) Pay-to-play (what this topic was / is about), relates to the basic conditions allowing us to pick up a tank / a line and simply play the game. Of course there are many players—some of you commenting here—that will do it no matter what, and to whom anything goes / everything feels the same. That's fine and to each his own. Others however will not. Practical examples: Tier IX stock tanks. There are players who will not play a stock tier IX until they have the necessary free-exp to unlock 2 or 3 modules, and that is a very rational decision given some of the appalling stock grinds around. Likewise, there are players who will not start grinding a new line only for the fact they don't wish going through the hassle of 80% crews and stock grinds that will penalise many tanks and lines already average or below. It really isn't complicated ...
________________________________
It isn't as nimble as the Comet then. Thanks for the warning.
_______________________________
That's actually a good point. And F2P players will also play one tank at a time and use the same crew for all the tanks in the line. As for the question it was answered in the 2nd comment. I was going to do it in the tier II and only a couple of games later decided to do it in the tier III one. That costed some percentage. Also because a loader needs recruiting. That's the main reason the progress was so slow.
Starting with the 75% / 80% loader made it soak up the progress of both the commander and the driver.
____________________________________
Never made the maths but yes: Premium-account is a sane / rational / worthy investment. One some players won't however do. (I'm one.)
____________________________________
Dear Arthur, please note how the thread has no relation to this. The failure to interpret and keep on topic shows how narrow minded some of you are.
With a free to play account you can focus one line and play either tiers VIII, IX or X (1 at a time, not 2 or 3 simultaneously) combined with tier VII. Tier VII is the limit for credit making with a free to play account. (And you don't make that many credits, although you don't lose them either.) You cannot however play tiers VIII or above only, even focusing one line. The only exception to this are possibly the American light-tanks where if I remember correctly the T49, at least when it was in tier VIII, surprisingly made credits, and maybe the German heavy line although I'm not too sure as I'm speaking of memory. German heavies up to the E 75, only.
The thread you're showing relates to statistics. We're instead (at this point) speaking of WOT economy and how the free-to-play self-advertised attribute doesn't exist unless you force yourself to play tier VII tanks. And that's the reasonable limit, VII, as if you really want to finance your own game tiers V and VI are where you need to be at. And in case you play those, then, yes: You can have a couple of lines on the side where you can play tier VIII and above. (A couple, not more than that.)
Other than that and relating to the thread you've showed: Of course you can play well and win games on a free-to-play-account, especially if you were playing the T-54 at the time that thread was made. Why wouldn't that be possible? I'll relate you instead to the (again if I remember correctly) experience Foch made going up the Russian server. He had to stop as it was impossible to sustain his account playing the AMX 50 100. He could break even playing it with the stock gun but he couldn't do it playing the regular cannon and make credits to progress any further. That's what we're speaking of. Also, doing well and winning games focusing one line (any line for this matter, apart from turretless TDs) doesn't translate into denying the in-game advantages premium consumables, premium ammo, and the ability to choose the tanks you want to play without worrying about losing credits offer. Especially now (past 6 months) where premium ammo gained much more relevance with the introduction of many tanks whose armour profiles suggest that's what WOT is really after.
___________________________________________
I'm grinding the Caernarvon right now and the tank would be (as you say) enjoyable if it were the Tiger I of tier VIII. As it stands it isn't a good tank. It has nothing.
The Tiger II compensates for example its debilities with a nice gun and a decent reload but the Caernarvon not even that, and the very good gun handling does very little when everything else is so bad (DPM, especially). 400m view range is great but the tank is so slow that it isn't noticeable. It could however remain "average" with one single change: a 5.5 second reload on the 20 pounder. This would make it very enjoyable with all else remaining the same.
And the Centurion Mk1 should by the way have the Caernarvon's gun handling. Some turret armour (like it once had) and would become very decent again.
__________________________________
If the turret was changed (I don't know how it was before) it's nothing special as it doesn't bounce anything. But that's fine as long as it keeps the gun handling and has a much better reload (5.0-5.5 sec.). That would make the tank very okay and unique. It would remain "average" relatively to Russian Heavies but simultaneously very enjoyable. There's nothing wrong with the 20 pounder (it's inclusively a very solid choice for the Centurion Mk. 7/1) and sacrificing aiming and/or accuracy for 280 alpha isn't worth it, though we have to wait before judging. But the 20 pdr. needs a better reload otherwise the tank will always be inconsequential. Unlike the Caernarvon, the Centurion definitely needs the turret-armour buffs as with the terrible aiming stats it's necessary to fully aim. Thus, it's necessary to stay exposed.

Enquanto decorre uma pré-temporada apática e marcada pelo desânimo, aproximando-se uma pré-eliminatória que poderá significar uma presença na fase de grupos da LC (com repercussões negativas, prevejo, na produção duma equipa que entre Setembro e Dezembro andará aos papéis), não é preciso esperarmos pelo início das provas Nacionais para adivinhar que esta época está condenada ao fracasso. Além de ter voltado a falhar na reformulação do seu plantel e de somar por isso exibições sofríveis com resultados a condizer, o clube assemelha-se neste momento ao Sporting liderado por José E. Bettencourt no início de 2009/10. É em tudo semelhante. Para tal, é inegável, contribuem a sucessão de épocas desapontantes, a progressiva desvalorização de um plantel, a franca incapacidade para bem renová-lo, e treinadores (então, e agora) fragilizados. Por motivos (estou certo) alheios à sua pessoa, é curioso e simultaneamente desagradável ver como este Sporting conseguiu transformar um treinador especial e ganhador numa espécie de Paulo Bento. Tal como para este (Bento) em 2009/10, paira actualmente sobre Jorge Jesus uma aura estranhamente perdedora e até macabra. Pior, uma aura que se pressente incontrariável, 'estado de coisas' imputável ao presidente do Sporting que negando as expectativas que a vinda de Jorge Jesus gerou em 2015, permitiu que a sua patologia contaminasse a clarividência e a saúde mental de um dos mais brilhantes e intuitivos treinadores de futebol no mundo. João Vale e Azevedo conseguiu em tempos fazer o mesmo com Jupp Heynckes, reduzindo o talentoso, ultra-ganhador e personalizado treinador Germânico a uma espécie de boneco esmorecido. Sem brilho. Há uns dias meditava sobre os motivos pelos quais Jorge Jesus, tomando opções muito estranhas, não consegue acertar na gestão do seu plantel. É que num clube como o Sporting essa tarefa é especialmente fácil. Extremamente fácil. Em simultâneo, meditava sobre as razões pelas quais o clube evidencia uma propensão esquisita para recrutar jogadores familiares e que soam a sopa do século passado. Não pensava nesse momento em Fábio Coentrão mas em Elias, Insúa, João Pereira e Wolfswinkel, jogadores nuns casos contratados e noutros não contratados mas desejados no último ano e meio, ou hipóteses que lhe foram apresentadas e que o treinador do Sporting não viu, no mínimo, como indesejáveis. O motivo é o seguinte: A convivência com o presidente do Sporting. O dia-a-dia dentro do clube. O carácter em simultâneo informal mas exagerado / preponderante / marcadamente pessoal que Bruno de Carvalho empresta ao funcionamento da instituição. As conversas recorrentes entre ambos sobre o passado e o presente do clube. Consigo perfeitamente imaginar Bruno de Carvalho com a sua mentalidade nefasta e comportamento de anormal, a sua gabarolice, conversas doentias e vazias de conteúdo que em face do carácter provinciano de ambos, plantou em Jorge Jesus a 'tara' ou a fantasia que o veria transformar o Sporting num clube vencedor com socorro a jogadores que nos representaram nalgumas das nossas piores épocas dos últimos 9 anos. E foi também este o motivo pelo qual Octávio saiu do clube: A convivência diária com o presidente do Sporting.

Tal como Octávio, Jorge Jesus não chegará ao fim da época.

O Sporting está doente ...


"A única coisa que vos peço para a próxima época é que me deixem em paz, que me deixem trabalhar como eu achar melhor para depois poderem viver as alegrias que tanto merecemos", escreveu Bruno Miguel, em Maio, no emocionante dia em que anunciou a sua saída do 'facebook'. Algum tempo passado (2 meses e 1/2) a Ivone está de regresso. Algumas das mais importantes palavras, como sempre, viram-se dirigidas aos seus fiéis e incondicionais adeptos. Depois de "estúpidos, burros e carneiros", Bruno de Carvalho apelida-os agora de "sportinguenses".

"Criei o meu Spotify ligado ao Facebook. Como nada percebo destas "tecnologias", vejo-me forçado a manter esta conta para poder aceder ao meu conjunto de músicas que, com a minha família, são as coisas que me acalmam nos momentos mais difíceis (e nesta vida que escolhi são tantos...). Assim cá estou de volta. Apenas manterei esta página pessoal pois esta não está contaminada por links colocados em blogues de Clubes rivais que inundam a página de comentários ao nível da sua pouca inteligência, e livre também de sportinguenses que, em vez de mostrarem militância, destilam azia e veneno."

Ficam assim os carneiros e os sportinguenses a par das músicas da família e dos momentos difíceis e do Spotify de Bruno de Carvalho. Tudo normal. A única parcela desagradável é a invasão de privacidade e o convite ao bota-abaixismo da publicação já que nenhum de nós se deveria intrometer nos temas domésticos e privados sobre os quais o presidente do Sporting escreve publicamente nas redes sociais.

A publicação na íntegra (link): "Criei o meu Spotify ligado ao Facebook. Como nada percebo destas "tecnologias", vejo-me forçado a manter esta conta para poder aceder ao meu conjunto de músicas que, com a minha família, são as coisas que me acalmam nos momentos mais difíceis (e nesta vida que escolhi são tantos...). Assim cá estou de volta. Apenas manterei esta página pessoal pois esta não está contaminada por links colocados em blogues de Clubes rivais que inundam a página de comentários ao nível da sua pouca inteligência, e livre também de sportinguenses que, em vez de mostrarem militância, destilam azia e veneno.Depois de uma pré-temporada, que alguns ainda não perceberam para que serve, mas que felizmente demonstrou uma Onda Verde tremenda na Suíça apesar dos resultados, e dois jogos em Alvalade com excelentes "casas" e ambientes fantásticos - associados a boas exibições e vitórias na apresentação e no Troféu 5 Violinos que, apesar de fazerem parte do tempo de treino são sempre jogos que gostamos de vencer e demonstrar a nossa qualidade -, estamos perto de iniciar um novo campeonato. Uma nova "maratona" em que vamos precisar, mais do que nunca, do nosso 12° jogador, afinal o Sporting é feito deles, dos nossos Sócios e dos nossos Adeptos. Soubemos analisar o que se fez menos bem. Soubemos perceber qual o plantel que deveríamos ter para podermos lutar para cumprir os nossos objectivos. Soubemos organizar esse plantel a tempo de terem uma preparação equilibrada, eficaz e eficiente. Soubemos interiorizar as palavras atitude e compromisso, como palavras de ordem desta época. Mas também, muito importante, mantemos todos a consciência que estamos aqui para servir o Sporting Clube de Portugal e os seus Sócios e Adeptos e não para o contrário. A partir do próximo fim de semana, que no jogo contra o Desportivo das Aves o Estádio se encha e que nos façam sentir em casa como aconteceu nas últimas épocas. Que juntos possamos viver uma época de alegrias e que nunca nos esqueçamos de que temos sempre de fazer mais e melhor e de querer vencer mais do que todos os outros. Que juntos tenhamos uma atitude de campeões e que juntos consigamos manter e elevar ao máximo o nosso compromisso que é o de alcançar a Glória! E que este ano se concretizem os nossos sonhos de vencer em todas as modalidades. Para isso é preciso mais do que estádios, pavilhões, pistas ou piscinas cheios. Precisamos do Amor e Paixão de todos e de que, unidos, rumemos às conquistas que tanto merecemos. Assim teremos colaboradores, atletas, treinadores, dirigentes, sócios e adeptos numa corrente única de Vitória!"

Impera a mediocridade.

Posted on

Tuesday, 1 August 2017

On November 2, 2004, aged 47, Theo V. Gogh was barbarically murdered in broad daylight, in Amsterdam, for the short film Submission (2004) he produced with Somali-born writer and activist (ex-Muslim) Ayaan Hirsi Ali. This documentary highlighted the disgraceful and outrageous abuse of Muslim women by Muslim men in Europe. Mohammed Bouyeri, second-generation Dutch-Moroccan Muslim, slit Van Gogh's throat and attempted to decapitate him before stabbing his chest killing him on the spot. Attached to Van Gogh's body, a letter was left behind promising a similar fate to Ayaan Hirsi Ali.

13 years passed, we should question whether any lessons were learned from the event. While Islam's inherent oppression and objectification of women remain two of the most evident calls for many Muslim men living in and outside the Islamic world, many Europeans not only fail to recognise it but keep satisfying and appeasing an abominable ideology and religion. Simultaneously, some of those who do recognise it and revolt, rise up against the wrong targets.

“One should not evoke violence by acting fearful.”
— Theo Van Gogh, [b: 23 July, 1957, The Hague; d: 2 November, 2004, Amsterdam]
“With some friends, you don't need enemies.”


Diz quem o viu jogar, o melhor jogador de origem Moçambicana na história do futebol português―e dos futebóis Europeu e mundial, por arrasto. A 22 de Maio de 1955 num Portugal VS Inglaterra jogado na Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta Porto, no rescaldo da partida o jornal inglês 'Daily Sketch' escreveria:

“Sempre sorridente, natural de Moçambique, África Oriental Portuguesa, é esta noite o rei do futebol português. Em Moçambique foi-lhe dado o nome de Lucas da Fonseca, mas há muito tempo já que ninguém se preocupa com isso. Passaram a chamar-lhe Matateu―um cognome que significa “A Oitava Maravilha do Mundo”―desde que começou a driblar como um mago e a chutar como um canhão. E foi essa oitava maravilha do Mundo do futebol, que rebaixou e humilhou, esta noite, uma Inglaterra destroçada e “groggy”, dando a Portugal a sua primeira vitória sobre nós.”

O jornal acrescentaria: “À parte Matthews, não tivemos um avançado digno de atacar as botas de Matateu”. Sem menos: “A 8ª maravilha do mundo”.

Décadas mais tarde chegariam Chiquinho Conde e Paíto. E pelo meio nomes fundamentais como Hilário, Coluna ou Eusébio, entre outros.

Para quem, como eu, começou a 'beber' Sporting e futebol no princípio e ao longo dos anos 90, a palavra 'Guimarães' tinha / teve / tem / terá sempre um som mais ou menos poderoso. Independentemente do contexto e da relação de força entre os clubes época a época, uma deslocação ao D. Afonso Henriques encerrava para os 3 'grandes' uma forte probabilidade de perda de pontos, probabilidade essa superior—como a recordo—às muito difíceis deslocações ao Bessa e aos Barreiros. Para o Sporting, uma recepção ao V. Guimarães traduzia-se invariavelmente num grande jogo de futebol. Guimarães foi / era sinónimo de futebol de qualidade, qualidade subtraída dos 5 ou 6 jogadores tecnicamente muito fortes que as suas equipas (Guimarães) quase-sempre exibiam. Em casa, empurrados pelos adeptos e pela aura 'conquistadora' ou mentalidade de um clube 'obrigado' a vencer, aliavam à qualidade um desejo tão forte que nem grandes equipas Europeias do tempo (anos 90) saíam de Guimarães ilesas. Sem exagero: José Carlos, Pedro Barbosa, Zahovic, Vitor Paneira, Capucho, Gilmar, Milovanović, David Paas e outros confirmam-no.

Em todo o caso, recordo, recordarei, festejar a vitória não do Guimarães mas da equipa de Capucho frente ao Parma como se uma vitória do Sporting se tratasse. Sem menos. Parma de Buffon, Sensini, Baggio, Zola e Chiesa. Grande noite, grande jogo de futebol, na época em que o Vitória venceu o Benfica duas vezes, em Guimarães e na Luz (Vitor Paneira fez um dos golos). Naquele tempo qualquer equipa (de matraquilhos) vencia o Benfica mas João Vieira Pinto, Michel Preud'Homme e Bermúdez lembravam-nos que (ainda) estava ali qualquer coisa temível (à excepção destes tratava-se de um Benfica no mínimo engraçado ...).

Hoje o Vitória não tem os jogadores que já teve. Os tempos são outros. E o Sporting também regrediu. Nos terrenos pisados por Naybet e Marco Aurélio hoje temos Coates e Semedo (ou outros), sem desprezo pelos jogadores e pelo carácter internacional das suas carreiras. Não temos Pedro Barbosa nem Ricardo Sá Pinto mas Alan Ruiz e Bruno César, novamente, sem desprezo pelos últimos. Muito importante, hoje não temos o melhor avançado do mundo em 1995. Temos Bas Dost que ...
Por outro lado, temos William, muito felizmente, onde outrora, típica paisagem porque à beira-mar plantada, também tivemos Oceano.
Ao nível de jogadores estamos inquestionavelmente mais fracos, por um e só por um motivo: antigamente tínhamos mercado interno. Hoje, temos acumulado de disparates. Por conseguinte, temos muito pouco. E o que temos não nos pertence.
Em último caso, sê bem vindo Fábio Coentrão. Tenhas muito sucesso porque a qualidade do teu futebol, em si mesma, é garantida. Veremos se terá uma expressão relevante em tempo de utilização, e o impacto no rendimento da equipa ...

Search This Blog